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terça-feira, 15 de março de 2011

Terremoto no Japão: Alerta Nuclear

O fortíssimo sismo que abalou o Japão, atualizado para 9.0 na escala de Richter, colocando-o em 4º lugar entre os maiores terremotos já registrados na história (note-se que nos últimos 7 anos houve 4 grandes terremotos que entraram na lista dos 10 maiores de sempre), teve consequências muito piores do que se imaginava.

Explosão em usina de Fukushima causou vazamento!



Comissão Europeia qualifica acidente nuclear de "apocalipse".
Para comissário europeu, "tudo está fora de controle" no Japão.

A Comissão Europeia qualificou nesta terça-feira (15) o acidente nuclear do Japão de "apocalipse", por considerar que as autoridades locais perderam praticamente o controle da situação na central de Fukushima.

"Se fala de apocalipse e acredito que é um termo particularmente bem escolhido", declarou o comissário europeu de Energia, Günther Oettinger, ante uma comissão do Parlamento Europeu em Bruxelas. "Praticamente tudo está fora de controle", acrescentou o comissário, que não descartou o pior nas próximas horas e dias no Japão.

A Autoridade de Segurança Nuclear da França (ASN) informou nesta terça-feira (15) que as explosões ocorridas na central japonesa de Fukushima Daiichi atingiram o nível seis de gravidade em uma escala internacional que vai até sete. O Japão, até o momento, classificou os acidentes em nível quatro.


















'Estamos em uma situação diferente da observada ontem. É evidente que estamos em um nível seis, que é um nível intermediário entre o (acidente) que ocorreu na central americana de Three Mile Island (em 1979) e em Chernobyl', afirmou o presidente da Autoridade de Segurança Nuclear francesa, André-Claude Lacoste.

'Estamos em uma catástrofe evidente', disse Lacoste A França possui o segundo maior parque nuclear do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, com 19 usinas e 58 reatores que produzem 80% da energia elétrica do país.

O nível seis da escala INES significa 'acidente grave, com liberação importante de material radioativo que exige a aplicação integral das medidas previstas (como cuidados sanitários e afastamento da população da área atingida)'.

(fonte)

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Perderam uma bomba nuclear no norte da Gronelândia

A Base Aérea de Thule tem sido de uma imensa importância estratégica para os EUA desde que foi construida no início dos anos 50, permitindo que o radar alertasse a passagem de misseis que sobrevoassem o Pólo Norte.



O Pentágono acreditava que a União Soviética tentaria tomar a base como o preludio para um ataque nuclear contra os EUA. Por isso, em 1960 começaram as missões "Chrome Dome" com bombardeiros nucleares B52 que continuamente sobrevoavam a Base Aérea e poderiam seguir diretamente para Moscovo caso a base fosse destruida.



A Gronelândia é uma provincia da Dinamarca e por isso o transporte de armas nucleares sobrevoando o espaço aéreo dinamarquês foi mantido em segredo.
Mas em 21 de Janeiro de 1968, uma dessas missões correu mal. O avião despenhou-se a poucos quilómetros da base.

Imediatamente os militares dos EUA e os habitantes da região se apressaram em dirigir-se á zona de impacto para ajudar.

Uma larga operação de resgate foi feita durante meses para recuperar milhares de pequenos pedaços de detritos espalhados sobre o gelo, bem como a colecta de cerca de 500 milhões de galões de gelo para análise. Parte dessas amostras acusaram detritos radioativos.

Os altos explosivos em torno das 4 armas nucleares tinham detonado, mas sem desativar a configuração atual dos dispositivos nucleares, que não tinha sido armada pela tripulação. O Pentágono defendeu que todas as quatro armas tinha sido "destruídas".

Esta técnica pode ser verdadeira, já que as bombas não estavam completas, mas documentos desclassificados obtidos pela BBC através do "US Freedom of Information Act", parte dos quais continuam a ser classificados, revelam uma história muito pior, o que foi confirmado pelos indivíduos envolvidos no resgate e aqueles que tiveram acesso a detalhes desde então.

Os documentos deixam claro que os investigadores do acidente conseguiram recolher 3 das 4 armas. Em Abril, decidiram enviar o submarino Star III para procurar a bomba desaparecida. Mas o verdadeiro propósito da missão foi deliberadamente escondida dos Dinamarqueses.

Um dos documentos diz: "O fato desta operação incluir a busca da arma desaparecida é para ser tratada como confidencial NOFORN", esta ultima palavra significa que a missão não pode ser divulgada a nenhum País.

Mas a busca não foi bem sucedida e a missão foi abandonada. A conclusão foi a de que ninguem conseguiria recuperá-la e o material radioativo se dissolveria, tornando-a inofensiva.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

A Russia vai entregar equipamento ao Irã



A Russia entregará o equipamento suficiente (cerca de 1000 toneladas) para que o Irã termine a sua Usina Nuclear.

O projeto está sujeito à fiscalização da ONU após a recusa do Irã em suspender o seu programa de enriquecimento de urânio. O Ocidente suspeita de que Teerão está a tentar construir armas nucleares.

domingo, 12 de outubro de 2008

Sinais de aviso de ataque Israelita ao Irã

Alguns conselheiros em Israel temem que, senão atacarem as instalações de enriquecimento nuclear iraniano, durante os próximos meses, enquanto George W. Bush ainda é presidente, não haverá outro período em que eles possam contar com os Estados Unidos dando apoio na sequência de um ataque unilateral.

No mês passado uma notícia no The Guardian afirmou que em 14 de maio, Ehud Olmert, o primeiro-ministro israelense, em uma reunião com Bush, tinha pedido luz verde para atacar as instalações de enriquecimento nuclear do Irã. Fomos informados de que Bush recusou. Ele acreditava que o Irã iria ver os Estados Unidos como estando por detrás de tal ataque e os americanos ficariam sob renovado ataque no Iraque e no Afeganistão. No entanto, é improvável que Israel tenha abandonado a decisão de uma ação unilateral.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Exército dos EUA faz "jogos de guerra"



O Exercito está fazendo treinos em resposta a um eventual cenário catastrófico, mais precisamente a simulação de uma detonação de um artefato NUCLEAR.
Curiosamente ou talvez não, o Ministério da Defesa elevou o alerta para DEFCON1. (representa a iminência de um ataque)

Robert Gates, secretário da Defesa, já fez circular pelos altos comandos militares do País para que nos dias próximos a 7 de Outubro a Nação esteja em ALERTA MÁXIMO.

A utlima vez que fizeram simulações de Aviões colidindo com o Pentágono...
Espero estar completamente enganado.

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