Moradores relatam explosão de corpo celeste em província cubana
A informação foi divulgada após a queda de meteorito ter deixado ao menos 950 feridos na Rússia nesta sexta-feira.
Após a queda de meteorito ter causado pânico e deixado ao menos 950 feridos na Rússia nesta sexta-feira, moradores da cidade de Rodas, província de Cienfuegos, em Cuba, disseram ter presenciado a queda e a explosão de um corpo celeste na noite de quarta-feira.
Segundo informações de uma emissora local, os cubanos afirmam que o corpo celeste explodiu no céu, provocando uma luz intensa e fazendo as casas do município tremerem.
O feixe de luz teria o tamanho de um ônibus.
Um morador de Rodas disse que, "por volta das 20h locais de quarta-feira, uma luz se movia no céu e se converteu em uma chama muito grande". Depois de três minutos, segundo ele, pode-se ouvir uma explosão.
Especialistas cubanos acreditam que o fenômeno tenha sido causado por fragmentos de pedras e metais que ingressam na atmosfera em alta velocidade. Eles procuram restos dos fragmentos no solo.
(fonte)
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Meteoro na Rússia causa 514 feridos e atinge o solo
Há danos materiais em seis cidades, segundo o Ministério do Interior. Vários meteoritos foram encontrados em terra. Não há relação com o asteróide que passa nesta sexta-feira perto da Terra.
Vários fragmentos do meteoro que entrou esta sexta-feira na atmosfera, sobre a Rússia, atingiram o solo na região de Cheliabinsk, a leste dos montes Urais. A passagem do meteoro fez pelo menos 514 feridos, 112 dos quais foram hospitalizados, segundo a agência russa Interfax.
“Houve dezenas de fragmentos consideravelmente grandes, alguns dos quais chegaram ao solo”, disse o ministro russo das Situações de Emergência, Vladimir Puchkov, citado pelo agência. “Equipas especiais de cientistas estão no local a estudar estes fragmentos.”
Os habitantes de Cheliabinsk foram surpreendidos durante a manhã por um rasto incandescente a cruzar o céu, seguido de um intenso clarão. Uma grande explosão ouviu-se depois, partindo vidros, danificando coberturas e fazendo disparar os alarmes dos automóveis. Muitos dos feridos foram atingidos por estilhaços dos vidros.
A zona mais afectada fica perto da cidade de Cheliabinsk. O estado de emergência foi declarado em três distritos da região. Entre os feridos estão, segundo a agência Itar-Tass, 82 crianças.A Interfax diz que um total de 725 pessoas tiveram de receber algum tipo de assistência.
(fonte)
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
As razões da renuncia do Papa Bento XVI
Revista diz que papa decidiu renunciar após ler relatório sobre 'Vatileaks'.
O papa Bento XVI decidiu renunciar ao pontificado em 17 de dezembro do ano passado, após receber um novo relatório sobre o escândalo do vazamento de documentos oficiais do Vaticano, conhecido como 'Vatileaks', que apontava uma 'forte resistência' na Cúria romana em relação às medidas de transparência exigidas por ele.
A revelação foi feita por um artigo da revista italiana 'Panorama'. Segundo a revista do grupo Mondadori, propriedade da família Berlusconi, em 17 de dezembro de 2012 Bento XVI recebeu os três cardeais que nomeou para investigar o vazamento de seus documentos pessoais e do Vaticano, que acabaram publicados em um livro de Gianluigi Luzzi e que levaram à prisão do mordomo do papa, Paolo Gabriele. Os membros dessa comissão são os cardeais espanhol Julián Herranz, de 82 anos; o italiano Salvatore De Giorgi, de 82 anos, e o eslovaco Jozef Tomko, de 88 anos, que interrogaram cerca de trinta pessoas do Vaticano sobre o caso.
Os três apresentaram um amplo relatório com documentação, entrevistas e interrogatórios, que revelaram, de acordo com a revista, uma grande 'resistência na Cúria à mudança e muitos obstáculos às ações pedidas pelo papa para promover a transparência'. Segundo a publicação, o papa ficou 'muito impressionado' com os relatórios e só teve forças para contar sobre o conteúdo ao seu irmão, Georg. 'Admitiu, talvez pela primeira vez, ter descoberto uma face da Cúria vaticana que jamais tinha imaginado.
Antes do Natal começou a pensar seriamente em sua renúncia', afirmou a 'Panorama' no trecho divulgado pela imprensa italiana. Bento XVI, de quase 86 anos, disse hoje aos fiéis que renunciou ao pontificado 'em plena liberdade e pelo bem da Igreja' e após constatar que 'lhe faltam as forças necessárias para exercer com o vigor necessário o Ministério Petrino' (o Pontificado). Em sua última grande missa, realizada hoje por ocasião da Quarta-Feira de Cinzas, o papa destacou a importância do testemunho de fé e vida cristã de cada um dos seguidores de Cristo para mostrar o verdadeiro rosto da Igreja.
O pontífice acrescentou, no entanto, que muitas vezes essa face 'aparece desfigurada'. 'Penso em particular nos atentados contra a unidade da Igreja e nas divisões no corpo eclesial', afirmou o papa. O Vaticano garante que Bento XVI renunciou apenas por questões de saúde. Segundo o diretor do jornal vaticano 'L'Osservatore Romano', Gian Maria Vian, o papa tinha tomado a decisão de renunciar há muito tempo, após a viagem que fez ao México e a Cuba em março do ano passado, devido a sua avançada idade.
(fonte)
Segundo Ucho Haddad, Bento XVI deixará o Vaticano por causa do crime organizado que atua na Santa Sé
Apesar dos escárnios que têm marcado o cotidiano do planeta, a semana começou bombástica com a notícia da renúncia do papa Bento XVI, que deixará o comando da Igreja Católica no próximo dia 28 fevereiro, segundo informações divulgadas pela imprensa internacional. Como destacou o competente jornalista Oscar Andrades em seu blog, o alemão Joseph Ratzinger não é o primeiro a deixar o papado. “O último Sumo Pontífice a renunciar foi Gregório XII, em 1415.
Bento XVI é o quarto Papa a renunciar ao cargo”, escreveu Andrades. A renúncia de um papa está prevista no Código de Direito Canônico, que estabelece, neste caso, que basta que a renúncia seja de livre e espontânea vontade para ter validade, sem a necessidade da aceitação de terceiros. Diversos foram os motivos alegados pelos representantes do Catolicismo, mas nenhum convenceu. Bento XVI teria alegado problemas de saúde e desacordo com algumas condutas sociais, como casamento entre pessoas do mesmo sexo e a necessidade de esses casais adotarem filhos, mas a realidade é outra.
O assunto é tratado aos sussurros nos corredores da Santa Sé, como acontece há décadas. Uma coisa é a religião católica, outra é o Vaticano, que é um Estado. E como tal tem suas mazelas, seus subterrâneos, suas podridões. O grande fantasma que assombra os frequentadores do Vaticano é o envolvimento com o submundo do crime. Por certo muitos católicos partirão contra este noticioso, mas não será novidade porque já tratamos do tema em diversas ocasiões e sofremos retaliações. Só não aceitamos deixar de revelar mais uma vez a verdade dos fatos, a qual o editor tem profundo conhecimento, pois acompanhou, na Itália, a chegada ao comando do Vaticano do arcebispo Albino Luciani, o papa João Paulo I, com o qual conversou longamente em Milão, antes de o religioso se tornar a máxima autoridade do Catolicismo.
João Paulo I. O seu pontificado durou apenas 33 dias. São Malaquias chamou-o de Mediate Lunae (Da meia Lua) e o Monge de Pádua escreveu: "O pastor da laguna; seu reinado será tão rápido como a passagem de uma estrela cadente".
Há longas décadas sob o controle da Opus Dei, facção ultradireitista do Catolicismo, o Vaticano foi alvo, no início dos anos 80, de um dos maiores e mais sórdidos escândalos de corrupção da história. O papa João Paulo I tentou, em vão, acabar com o fim da corrupção que grassava na Praça São Pedro e envolvia o Banco Ambrosiano, instituição financeira da qual o Banco do Vaticano tinha boa quantidade de ações. Luciani acabou morto 33 dias após ser escolhido papa.
O serviço de comunicação do Vaticano informou que Luciano fora alvo de um infarto, mas a história da Medicina não tem qualquer registro sobre a aparência esverdeada de uma pessoa após ataque cardíaco. Homem correto e de conduta ilibada, Luciani, que tentou acabar com a lavanderia financeira em que se transformara o Banco Ambrosiano, instituição financeira oficial da Santa Sé. Deu-se muito mal, pois lá atuava não apenas a banda podre do Catolicismo, como a máfia turca e a loja maçônica italiana.
JP I morreu envenenado por causa de cianureto adicionado ao regular e tradicional chá que tomava todas as tardes. Por ocasião dos fatos, o editor do ucho.info investigou a sequência de crimes que tinha o Vaticano como pano de fundo. Além de chegar à verdade, disparou a ira dos envolvidos e enfrentou a truculência de muitos. O Colégio Romano, apêndice do Vaticano, seguia a mesma ordem dada à época para todas as comunidades católicas do planeta: silêncio obsequioso.
Perseguido durante alguns anos após o episódio, o editor deixou a Itália da noite para o dia para não acabar como o cardeal Luciani, que tentou, sem sucesso, promover uma faxina na Praça São Pedro. Mesmo de volta ao Brasil, foi duramente perseguido durante muitos meses. Luciani foi substituído no cargo pelo polonês Karol Józef Wojtyla, o papa João Paulo II, que desavisado tentou a mesma empreitada do antecessor. Liquidar as relações criminosas entre o Banco Ambrosiano, a P2 e a máfia turca.
Inocente, João Paulo II foi alvejado, em plena Praça São Pedro, por tiros disparados pelo turco Mehmet Ali Agca. Na esteira do escândalo do Banco Ambrosiano, alguns dos envolvidos acabaram assassinados ou se suicidaram. João Paulo II não apenas continuou no cargo até a morte, mas após recuperar-se dos ferimentos provocados pelo atentado visitou e perdoou o seu algoz, Ali Agca, que depois de anos de prisão voltou para a Turquia.
Joseph Ratzinger não é um ignaro. Ciente do que acontece diuturnamente nas coxias da Santa Sé, preferiu anunciar a sua saída, justificada por razões pouco convincentes, mas que se dará também à sombra do silêncio, pois meso com a idade avançada o ainda papa espera viver em paz e não acabar como Albino Luciani. Ratzinger não chegou ao comando do Vaticano sem saber o que por lá acontecia.
Por trás da Praça São Pedro – visitada e fotografada por milhões de turistas de todas as partes – funciona uma central de branqueamento de capitais e uma organização criminosa sem escrúpulos e com tentáculos em todos os cantos do planeta. A luz vermelha no reduto de Bento XVI acendeu de vez quando, no começo de 2012, vazou o conteúdo da carta enviada pelo arcebispo Carlo Maria Viganò ao papa. Na missiva que tinha a Praça São Pedro como destino, Viganò, que foi secretário-geral do governorado do Vaticano, afirmou que na Santa Sé “trabalham as mesmas empresas, ao dobro (do custo) de outras de fora, devido ao fato de não existir transparência alguma na gestão dos contratos de construção e de engenharia”.
A assessoria papal agiu de forma automática diante do episódio e afirmou, em comunicado, que as denúncias resultavam de “avaliações incorretas”. Atual núncio da Santa Sé nos Estados Unidos, Carlo Maria Viganò destacou na carta: “Jamais teria pensado em me encontrar diante de uma situação tão desastrosa”, que apesar de ser “inimaginável, era conhecida por toda a Cúria”. Além disso, o denunciante afirma que banqueiros que integram o chamado Comitê de Finanças e Gestão se preocupam muito mais com os próprios interesses do que com os do Vaticano, lembrando que em dezembro de 2009 “queimaram US$ 2,5 milhões” em uma operação financeira.
A situação tornou-se ainda mais embaraçosa com a prisão do mordomo do papa, o italiano Paolo Gabriele, acusado de desviar cartas e documentos sigilosos de Bento XVI e seus colaboradores que acabaram publicados em livro. A prisão de Gabriele foi anunciada pelo porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, no mesmo dia em que o presidente do Instituto das Obras da Religião (IOR), o banco do Vaticano, foi forçado pelo conselho de supervisão a demitir-se. E na mesma semana em que um livro publicado na Itália divulgava cartas e documentos sigilosos enviados ao Papa, ao seu secretário e a responsáveis do Vaticano, com o objetivo de “expulsar os vendilhões do templo”.
Por maior que fosse a proximidade de Paolo Gabrieli com o papa – ele era o primeiro e o último a ver Ratzinger todos os dias – o vazamento de documentos do Vaticano não foi uma operação solitária. Foi um plano arquitetado por um punhado de clérigos intransigentes com o banditismo religioso, mas que enfrentou a dura e criminosa resistência da quadrilha que atua no Vaticano, que é muito maior e mais poderosa do que se imagina. Ao chegar ao posto máximo da Igreja Católica, Bento XVI encontrou uma situação de devassidão e crimes que seu raciocínio cartesiano, típico dos alemães, jamais compreenderá.
Instalado no cargo, Bento XVI começou a seguir a agenda de compromissos oficiais, ao mesmo tempo em que preparava uma nova tentativa de faxina. Ao perceber que sua incursão seria fracassada, como as tentadas por seus antecessores, Ratzinzger preferiu sair de cena. Foi prudente e tomou a decisão acertada. O crime organizado continuará atuando nos bastidores do Vaticano, pois assim funciona desde Pio XII, mas isso não invalida os fundamentos cristãos e muito menos o que pregou Jesus de Nazaré. O problema está na existência tumoral dos operadores do Catolicismo.
(fonte)
O papa Bento XVI decidiu renunciar ao pontificado em 17 de dezembro do ano passado, após receber um novo relatório sobre o escândalo do vazamento de documentos oficiais do Vaticano, conhecido como 'Vatileaks', que apontava uma 'forte resistência' na Cúria romana em relação às medidas de transparência exigidas por ele.
A revelação foi feita por um artigo da revista italiana 'Panorama'. Segundo a revista do grupo Mondadori, propriedade da família Berlusconi, em 17 de dezembro de 2012 Bento XVI recebeu os três cardeais que nomeou para investigar o vazamento de seus documentos pessoais e do Vaticano, que acabaram publicados em um livro de Gianluigi Luzzi e que levaram à prisão do mordomo do papa, Paolo Gabriele. Os membros dessa comissão são os cardeais espanhol Julián Herranz, de 82 anos; o italiano Salvatore De Giorgi, de 82 anos, e o eslovaco Jozef Tomko, de 88 anos, que interrogaram cerca de trinta pessoas do Vaticano sobre o caso.
Os três apresentaram um amplo relatório com documentação, entrevistas e interrogatórios, que revelaram, de acordo com a revista, uma grande 'resistência na Cúria à mudança e muitos obstáculos às ações pedidas pelo papa para promover a transparência'. Segundo a publicação, o papa ficou 'muito impressionado' com os relatórios e só teve forças para contar sobre o conteúdo ao seu irmão, Georg. 'Admitiu, talvez pela primeira vez, ter descoberto uma face da Cúria vaticana que jamais tinha imaginado.
Antes do Natal começou a pensar seriamente em sua renúncia', afirmou a 'Panorama' no trecho divulgado pela imprensa italiana. Bento XVI, de quase 86 anos, disse hoje aos fiéis que renunciou ao pontificado 'em plena liberdade e pelo bem da Igreja' e após constatar que 'lhe faltam as forças necessárias para exercer com o vigor necessário o Ministério Petrino' (o Pontificado). Em sua última grande missa, realizada hoje por ocasião da Quarta-Feira de Cinzas, o papa destacou a importância do testemunho de fé e vida cristã de cada um dos seguidores de Cristo para mostrar o verdadeiro rosto da Igreja.
O pontífice acrescentou, no entanto, que muitas vezes essa face 'aparece desfigurada'. 'Penso em particular nos atentados contra a unidade da Igreja e nas divisões no corpo eclesial', afirmou o papa. O Vaticano garante que Bento XVI renunciou apenas por questões de saúde. Segundo o diretor do jornal vaticano 'L'Osservatore Romano', Gian Maria Vian, o papa tinha tomado a decisão de renunciar há muito tempo, após a viagem que fez ao México e a Cuba em março do ano passado, devido a sua avançada idade.
(fonte)
Segundo Ucho Haddad, Bento XVI deixará o Vaticano por causa do crime organizado que atua na Santa Sé
Apesar dos escárnios que têm marcado o cotidiano do planeta, a semana começou bombástica com a notícia da renúncia do papa Bento XVI, que deixará o comando da Igreja Católica no próximo dia 28 fevereiro, segundo informações divulgadas pela imprensa internacional. Como destacou o competente jornalista Oscar Andrades em seu blog, o alemão Joseph Ratzinger não é o primeiro a deixar o papado. “O último Sumo Pontífice a renunciar foi Gregório XII, em 1415.
Bento XVI é o quarto Papa a renunciar ao cargo”, escreveu Andrades. A renúncia de um papa está prevista no Código de Direito Canônico, que estabelece, neste caso, que basta que a renúncia seja de livre e espontânea vontade para ter validade, sem a necessidade da aceitação de terceiros. Diversos foram os motivos alegados pelos representantes do Catolicismo, mas nenhum convenceu. Bento XVI teria alegado problemas de saúde e desacordo com algumas condutas sociais, como casamento entre pessoas do mesmo sexo e a necessidade de esses casais adotarem filhos, mas a realidade é outra.
O assunto é tratado aos sussurros nos corredores da Santa Sé, como acontece há décadas. Uma coisa é a religião católica, outra é o Vaticano, que é um Estado. E como tal tem suas mazelas, seus subterrâneos, suas podridões. O grande fantasma que assombra os frequentadores do Vaticano é o envolvimento com o submundo do crime. Por certo muitos católicos partirão contra este noticioso, mas não será novidade porque já tratamos do tema em diversas ocasiões e sofremos retaliações. Só não aceitamos deixar de revelar mais uma vez a verdade dos fatos, a qual o editor tem profundo conhecimento, pois acompanhou, na Itália, a chegada ao comando do Vaticano do arcebispo Albino Luciani, o papa João Paulo I, com o qual conversou longamente em Milão, antes de o religioso se tornar a máxima autoridade do Catolicismo.
João Paulo I. O seu pontificado durou apenas 33 dias. São Malaquias chamou-o de Mediate Lunae (Da meia Lua) e o Monge de Pádua escreveu: "O pastor da laguna; seu reinado será tão rápido como a passagem de uma estrela cadente".
Há longas décadas sob o controle da Opus Dei, facção ultradireitista do Catolicismo, o Vaticano foi alvo, no início dos anos 80, de um dos maiores e mais sórdidos escândalos de corrupção da história. O papa João Paulo I tentou, em vão, acabar com o fim da corrupção que grassava na Praça São Pedro e envolvia o Banco Ambrosiano, instituição financeira da qual o Banco do Vaticano tinha boa quantidade de ações. Luciani acabou morto 33 dias após ser escolhido papa.
O serviço de comunicação do Vaticano informou que Luciano fora alvo de um infarto, mas a história da Medicina não tem qualquer registro sobre a aparência esverdeada de uma pessoa após ataque cardíaco. Homem correto e de conduta ilibada, Luciani, que tentou acabar com a lavanderia financeira em que se transformara o Banco Ambrosiano, instituição financeira oficial da Santa Sé. Deu-se muito mal, pois lá atuava não apenas a banda podre do Catolicismo, como a máfia turca e a loja maçônica italiana.
JP I morreu envenenado por causa de cianureto adicionado ao regular e tradicional chá que tomava todas as tardes. Por ocasião dos fatos, o editor do ucho.info investigou a sequência de crimes que tinha o Vaticano como pano de fundo. Além de chegar à verdade, disparou a ira dos envolvidos e enfrentou a truculência de muitos. O Colégio Romano, apêndice do Vaticano, seguia a mesma ordem dada à época para todas as comunidades católicas do planeta: silêncio obsequioso.
Perseguido durante alguns anos após o episódio, o editor deixou a Itália da noite para o dia para não acabar como o cardeal Luciani, que tentou, sem sucesso, promover uma faxina na Praça São Pedro. Mesmo de volta ao Brasil, foi duramente perseguido durante muitos meses. Luciani foi substituído no cargo pelo polonês Karol Józef Wojtyla, o papa João Paulo II, que desavisado tentou a mesma empreitada do antecessor. Liquidar as relações criminosas entre o Banco Ambrosiano, a P2 e a máfia turca.
Inocente, João Paulo II foi alvejado, em plena Praça São Pedro, por tiros disparados pelo turco Mehmet Ali Agca. Na esteira do escândalo do Banco Ambrosiano, alguns dos envolvidos acabaram assassinados ou se suicidaram. João Paulo II não apenas continuou no cargo até a morte, mas após recuperar-se dos ferimentos provocados pelo atentado visitou e perdoou o seu algoz, Ali Agca, que depois de anos de prisão voltou para a Turquia.
Joseph Ratzinger não é um ignaro. Ciente do que acontece diuturnamente nas coxias da Santa Sé, preferiu anunciar a sua saída, justificada por razões pouco convincentes, mas que se dará também à sombra do silêncio, pois meso com a idade avançada o ainda papa espera viver em paz e não acabar como Albino Luciani. Ratzinger não chegou ao comando do Vaticano sem saber o que por lá acontecia.
Por trás da Praça São Pedro – visitada e fotografada por milhões de turistas de todas as partes – funciona uma central de branqueamento de capitais e uma organização criminosa sem escrúpulos e com tentáculos em todos os cantos do planeta. A luz vermelha no reduto de Bento XVI acendeu de vez quando, no começo de 2012, vazou o conteúdo da carta enviada pelo arcebispo Carlo Maria Viganò ao papa. Na missiva que tinha a Praça São Pedro como destino, Viganò, que foi secretário-geral do governorado do Vaticano, afirmou que na Santa Sé “trabalham as mesmas empresas, ao dobro (do custo) de outras de fora, devido ao fato de não existir transparência alguma na gestão dos contratos de construção e de engenharia”.
A assessoria papal agiu de forma automática diante do episódio e afirmou, em comunicado, que as denúncias resultavam de “avaliações incorretas”. Atual núncio da Santa Sé nos Estados Unidos, Carlo Maria Viganò destacou na carta: “Jamais teria pensado em me encontrar diante de uma situação tão desastrosa”, que apesar de ser “inimaginável, era conhecida por toda a Cúria”. Além disso, o denunciante afirma que banqueiros que integram o chamado Comitê de Finanças e Gestão se preocupam muito mais com os próprios interesses do que com os do Vaticano, lembrando que em dezembro de 2009 “queimaram US$ 2,5 milhões” em uma operação financeira.
A situação tornou-se ainda mais embaraçosa com a prisão do mordomo do papa, o italiano Paolo Gabriele, acusado de desviar cartas e documentos sigilosos de Bento XVI e seus colaboradores que acabaram publicados em livro. A prisão de Gabriele foi anunciada pelo porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, no mesmo dia em que o presidente do Instituto das Obras da Religião (IOR), o banco do Vaticano, foi forçado pelo conselho de supervisão a demitir-se. E na mesma semana em que um livro publicado na Itália divulgava cartas e documentos sigilosos enviados ao Papa, ao seu secretário e a responsáveis do Vaticano, com o objetivo de “expulsar os vendilhões do templo”.
Por maior que fosse a proximidade de Paolo Gabrieli com o papa – ele era o primeiro e o último a ver Ratzinger todos os dias – o vazamento de documentos do Vaticano não foi uma operação solitária. Foi um plano arquitetado por um punhado de clérigos intransigentes com o banditismo religioso, mas que enfrentou a dura e criminosa resistência da quadrilha que atua no Vaticano, que é muito maior e mais poderosa do que se imagina. Ao chegar ao posto máximo da Igreja Católica, Bento XVI encontrou uma situação de devassidão e crimes que seu raciocínio cartesiano, típico dos alemães, jamais compreenderá.
Instalado no cargo, Bento XVI começou a seguir a agenda de compromissos oficiais, ao mesmo tempo em que preparava uma nova tentativa de faxina. Ao perceber que sua incursão seria fracassada, como as tentadas por seus antecessores, Ratzinzger preferiu sair de cena. Foi prudente e tomou a decisão acertada. O crime organizado continuará atuando nos bastidores do Vaticano, pois assim funciona desde Pio XII, mas isso não invalida os fundamentos cristãos e muito menos o que pregou Jesus de Nazaré. O problema está na existência tumoral dos operadores do Catolicismo.
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
O próximo Papa: "Petrus Romanus"
Segundo a profecia de São Malaquias, o(s) derradeiro(s) Papa(s) tem o nome de "Petrus Romanus". E de acordo com a Profecia dos Papas do Monge de Pádua: ""Ele chegará a Roma de uma terra distante para encontrar tribulação e morte." Ver matéria relacionada aqui.
Cardeal Peter Turkson do Gana no topo da lista da sucessão de Bento XVI.
A escolha do cardeal Peter Turkson, de 64 anos, responsável pelo Departamento da Justiça e Paz e porta-voz do Vaticano para as questões sociais, representaria um momento histórico de viragem e renovação da Igreja Católica: seria a primeira vez que, na era moderna, o mundo católico teria como líder um homem de fora da Europa.
O cardeal Francis Arinze da Nigéria, que fora mencionado como uma possibilidade durante o processo de sucessão que culminou com a eleição de Bento XVI, é a outra referência africana. “As pessoas são livres de especular e fazer os seus próprios juízos. Quando andamos em busca de liderança, julgo que o melhor a fazer é orar a Deus, o líder e dono desta Igreja, para que ele nos ajude a encontrar a pessoa mais capaz neste particular momento da História”, reagiu o cardeal do Gana numa curta entrevista ao programa Focus on Africa da BBC, a partir do Vaticano.
“Seria muito bom que tivéssemos candidatos fortes da África e da América do Sul no próximo conclave”, considerou o cardeal suíço Kurt Koch, ao jornal Tagesanzeiger de Zurique, que, instado a manifestar uma preferência, respondeu sem hesitações que, em igualdade de circunstâncias, preferiria um candidato não-europeu a um europeu.
(fonte)
Mas quem é Peter Turkson?
Nasceu em Wassaw Nsuta, Gana em 11 de outubro de 1948 (64 anos).
Episcopado: foi nomeado Arcebispo de Cape Coast, pelo Papa João Paulo II, aos 6 de outubro de 1992 e recebeu a ordenação episcopal no dia 27 de março de 1993.
Cardinalato: foi criado cardeal, pelo Papa João Paulo II no consistório do dia 21 de outubro de 2003 com o título de San Libório, tornando-se o primeiro cardeal ganês da história de seu país. No dia 24 de outubro de 2009, o Papa Bento XVI o nomeou presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz.
Fez estudos de pós-graduação em Roma, com especialização em Sagradas Escrituras no Pontifício Instituto Bíblico: de 1976 a 1980 conseguindo a licenciatura; e de 1987 a 1992 conseguindo o doutorado.
(fonte)
Curiosamente, na sua terra natal chamam-no de Pedro de Roma ou Pedro, o Romano, por causa do seu primeiro nome, Peter (Pedro) e pelo fato de ter estudado e se formado em Roma sendo o 1º ganês a tornar-se cardeal.
Mas, se ignorarmos a Profecia do Monge de Padua e olharmos apenas para as palavras "Petrus Romanus" de São Malaquias...
Tarcisio Pietro Evasio Bertone
Nascido em Romano Canavese, 2 de dezembro de 1934 (78 anos).
Em 15 de setembro de 2006, o Papa Bento XVI, o nomeou secretário de estado do Vaticano. No dia 4 de abril de 2007 foi nomeado Camerlengo. O mesmo Papa nomeou-o Cardeal-bispo de Frascati em 10 de maio de 2008.
O seu Brasão de Armas contem as chaves de São Pedro:
Portanto, nasceu em Romano de Canavese; o seu nome é Pietro que significa a Pedra, a Rocha e é a versão italiana para Pedro. Seria literalmente Pedro, o Romano.
Obviamente, os cardeais conhecem as profecias e sabem qual é a descrição do futuro Papa. Terá isso influência na escolha? Cumprirão a profecia ou a rejeitarão justamente por isso?
Cardeal Peter Turkson do Gana no topo da lista da sucessão de Bento XVI.
A escolha do cardeal Peter Turkson, de 64 anos, responsável pelo Departamento da Justiça e Paz e porta-voz do Vaticano para as questões sociais, representaria um momento histórico de viragem e renovação da Igreja Católica: seria a primeira vez que, na era moderna, o mundo católico teria como líder um homem de fora da Europa.
O cardeal Francis Arinze da Nigéria, que fora mencionado como uma possibilidade durante o processo de sucessão que culminou com a eleição de Bento XVI, é a outra referência africana. “As pessoas são livres de especular e fazer os seus próprios juízos. Quando andamos em busca de liderança, julgo que o melhor a fazer é orar a Deus, o líder e dono desta Igreja, para que ele nos ajude a encontrar a pessoa mais capaz neste particular momento da História”, reagiu o cardeal do Gana numa curta entrevista ao programa Focus on Africa da BBC, a partir do Vaticano.
“Seria muito bom que tivéssemos candidatos fortes da África e da América do Sul no próximo conclave”, considerou o cardeal suíço Kurt Koch, ao jornal Tagesanzeiger de Zurique, que, instado a manifestar uma preferência, respondeu sem hesitações que, em igualdade de circunstâncias, preferiria um candidato não-europeu a um europeu.
(fonte)
Mas quem é Peter Turkson?
Nasceu em Wassaw Nsuta, Gana em 11 de outubro de 1948 (64 anos).
Episcopado: foi nomeado Arcebispo de Cape Coast, pelo Papa João Paulo II, aos 6 de outubro de 1992 e recebeu a ordenação episcopal no dia 27 de março de 1993.
Cardinalato: foi criado cardeal, pelo Papa João Paulo II no consistório do dia 21 de outubro de 2003 com o título de San Libório, tornando-se o primeiro cardeal ganês da história de seu país. No dia 24 de outubro de 2009, o Papa Bento XVI o nomeou presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz.
Fez estudos de pós-graduação em Roma, com especialização em Sagradas Escrituras no Pontifício Instituto Bíblico: de 1976 a 1980 conseguindo a licenciatura; e de 1987 a 1992 conseguindo o doutorado.
(fonte)
Curiosamente, na sua terra natal chamam-no de Pedro de Roma ou Pedro, o Romano, por causa do seu primeiro nome, Peter (Pedro) e pelo fato de ter estudado e se formado em Roma sendo o 1º ganês a tornar-se cardeal.
Mas, se ignorarmos a Profecia do Monge de Padua e olharmos apenas para as palavras "Petrus Romanus" de São Malaquias...
Tarcisio Pietro Evasio Bertone
Nascido em Romano Canavese, 2 de dezembro de 1934 (78 anos).
Em 15 de setembro de 2006, o Papa Bento XVI, o nomeou secretário de estado do Vaticano. No dia 4 de abril de 2007 foi nomeado Camerlengo. O mesmo Papa nomeou-o Cardeal-bispo de Frascati em 10 de maio de 2008.
O seu Brasão de Armas contem as chaves de São Pedro:
Portanto, nasceu em Romano de Canavese; o seu nome é Pietro que significa a Pedra, a Rocha e é a versão italiana para Pedro. Seria literalmente Pedro, o Romano.
Obviamente, os cardeais conhecem as profecias e sabem qual é a descrição do futuro Papa. Terá isso influência na escolha? Cumprirão a profecia ou a rejeitarão justamente por isso?
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
A renuncia do Papa e as Profecias de São Malaquias e do Monge de Pádua
O Papa Bento 16 disse nesta segunda-feira que irá renunciar como líder da Igreja Católica em 28 de fevereiro porque não tem mais as forças necessárias para realizar os deveres de seu ofício, tornando-se o primeiro pontífice desde a Idade Média a tomar decisão deste tipo.
O Papa, de 85 anos, disse que havia percebido que sua força havia se deteriorado nos últimos meses "ao ponto que eu tenho que conhecer minha incapacidade de realizar adequadamente o ministério que foi confiado a mim." "Por esta razão e consciente da seriedade deste ato, em completa liberdade, eu declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro", disse o papa, de acordo com um comunicado do Vaticano.
O porta-voz do Vaticano disse que o pontífice irá renunciar às 16h (horário de Brasília) do dia 28 de fevereiro, deixando o posto vazio até que um sucessor seja escolhido.
(fonte)
PROFECIAS DE SÃO MALAQUIAS
São Malaquias nasceu em Armagh, Irlanda, em 1094 na família O'Morgair, segundo São Bernardo de Clairvaux. Foi batizado com o nome de Maelmhaedhoc (latinizado como Malaquias). Foi educado por Imhar O'Hagan e depois pelo abade de Armagh. Foi ordenado sacerdote por St. Cellach (Celsus) em 1119.
São atribuídos a ele muitos milagres, mas pelo que mais é lembrado é por seu dom de profecia. Entre elas, a mais famosa, é a que faz referência aos papas. Eis a lista dos ultimos Papas:
106. Pio XII 1939-1958 Eugenio Pacelli
Pastor Angelicus Tradução: Angélico Pastor
107. João XXIII 1958-1963 Angelo Giuseppe Roncalli
Pastor Et Natua Trandução: Pastor e Navegante
108. Paulo VI (1963-1978) Giovanni Battista Montini
Flos Florum Tradução: Flor das Flores
"Seu brasão de armas inclui três flores-de-lis (lírio florido)."
109. João Paulo I (1978-1978) Albino Luciani
De Medietate Lunae Tradução: Da Meia-Lua
"Ele nasceu na diocese de Belluno (significa Lua Bela) e recebeu o nome de batismo de Albino Luciani (Luz Branca). Tornou-se papa em 26 de agosto de 1978, quando a lua aparecia exatamente pela metade, porque estava na fase de quarto minguante. Ele morreu no mês seguinte, logo após um eclipse lunar." De fato, esse papa morreu precisamente 33 dias após ter assumido o papado. Persistem rumores de que ele foi morto por ocultistas dentro do Vaticano.
110. João Paulo II (1978-2005) Karol Jozef Wojtyla
De Labore Solis Tradução: Do Trabalho do Sol
João Paulo II. O centésimo décimo é 'Do Trabalho do Sol' (Do Eclipse Solar, ou do Trabalho do Sol)... João Paulo II nasceu em 8 de maio de 1920, quando houve um eclipse do sol. Como o sol, ele veio do leste (Polônia). Como o sol, ele visitou países em todo o mundo." João Paulo II (Karol Jozef Wojtyla) nasceu em 18 de maio de 1920, dia em que ocorreu um eclipse solar, e foi enterrado na sexta-feira 8 de abril de 2005, dia em que ocorreu um relativamente raro eclipse anular total.
111. Bento XVI (2005-2013) Joseph Alois Ratzinger
De Gloria Olivae Tradução: Da Glória da Oliveira
O 111º Papa da lista de São Malaquias, Bento XVI, foi definido como “Gloria olivae”, que significa “Glória das oliveiras”, um lema que faz associação à ordem fundada por São Bento, e que usa a oliveira como símbolo.
Petrus Romanus - Pedro Romano - Papa Pedro II
O último Papa não tem numeração.
Sobre o Papa que virá depois de Bento XVI, São Malaquias escreveu:
"In persecutione extrema S.R.E. sedebit Petrus Romanus, qui pascet oves in multis tribulationibus, quibus transactis civitas septicollis diruetur, et Iudex tremêndus iudicabit populum suum. Finis."
O que pode ser traduzido por: "Na perseguição final à sagrada Igreja Romana reinará Pedro Romano, que alimentará o seu rebanho entre muitas turbulências, sendo que então, a cidade das sete colinas (Roma) será destruída e o formidável juíz julgará o seu povo. Fim".
Video: As profecias de São Malaquias:
Observação CF: o termo genérico Pedro pode significar um conjunto de Papas, eleitos ou não, durante o período da tribulação.
PROFECIAS DO MONGE DE PÁDUA
As profecias do Monge de Pádua foram publicadas em Veneza no ano de 1527. A lista do Monge de Pádua é semelhante á das Profecias de São Malaquias. Aos últimos 20 Papas correspondem simples frases. Os últimos seis Papas da lista receberam as seguintes frases:
15 - "Homem de grande humanidade que fala francês" João XXIII (1958 a 1963)
Falava Francês e foi núncio apostólico em Paris. Foi conhecido como sendo um homem de grande humanidade.
16 - "A sombra do Anti-Cristo começará a obscurecer a Cidade Eterna" Paulo VI (1963 a 1978)
O Papa Paulo VI disse em 1968 que "a fumaça de Satanás" tinha penetrado na Igreja por alguma fenda.
17 - "O pastor da laguna; seu reinado será tão rápido como a passagem de uma estrela cadente."
João Paulo I (1978) João Paulo I faleceu 33 dias depois de sua eleição.
18 - "Virá de longe e manchará a pedra com seu sangue" João Paulo II (1978 a 2005)
O Papa João Paulo II veio da Polônia. A maior parte dos Papas são italianos, por isso a frase diz que ele veio de longe. O atentado sofrido em 1981 manchou de sangue a Praça de São Pedro.
19 - "Semeador de paz e de esperança em um mundo que vive suas últimas esperanças" Bento XVI (2005 a 2013)
O mundo em que vivemos está prestes a sofrer grandes convulsões. Nada mais apropriado para descrever a atualidade como a frase acima.
20 - "Ele chegará a Roma de uma terra distante para encontrar tribulação e morte" Desconhecido (???? a ????)
Pela descrição, não será italiano. A frase pode ter dupla interpretação. Será ele que terminará como Mártir em uma época conhecida como a Grande Tribulação ou será este Papa que encontrará tribulação e morte por testemunhar esses acontecimentos? É nesta época que o Anti-Cristo surgirá. Não ficaria nada admirado se este Papa se chamasse Pio XIII.
Video: As Profecias do Monge de Pádua:
O 3º SEGREDO DE FÁTIMA
Veja a matéria: Analisando o 3º Segredo de Fátima.
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