terça-feira, 11 de dezembro de 2012

As Profecias de Mãe Shipton

Nota: para ler a Última Profecia, avançar para o minuto 6:55


ÚLTIMA PROFECIA

Em mil novecentos e vinte e seis construía
luminosas casas de palha e graveto.
para então guerras poderosas serem planejadas
E fogo e espada varrerem a terra.

Quando as imagens parecerem vivas com movimentos livres
Quando os barcos como peixes nadam sob o mar,
Quando os homens como as aves deverão voar sobre o céu
Em seguida, metade do mundo, encharcado em profundo sangue morrerá.

Para aqueles que viverem através do século
Com temor e tremor estes deverão ter.
Fugir para as montanhas e cavernas
Para pântano e florestas e brejos selvagens.

Tempestades se enraivecerão e oceanos rugirão
Quando Gabriel fica em mar e em terra
E como ele toca a sua trombeta maravilhosa
O Mundo velho morrerá e novo nascerá.

Um dragão de fogo vai cruzar o céu
Seis vezes antes desta terra morrer
A humanidade vai tremer e se assustará
Para os sextos mensageiros nesta profecia.

Por sete dias e sete noites
Homem vai assistir este espetáculo impressionante.
As marés subirão além de seus nível
Quebrarão longe da costa e, em seguida,
As montanhas começarão a rugir

E terremotos dividirão a planície da costa.
Enchentes d'água, correndo
Vai inundar as terras com tamanho estrondo
Que a humanidade se acovarda em pântano lamacento

E rosna sobre seus semelhantes
Ele mostra os dentes e lutas e mata
E os secretos alimentos em secretas colinas
E o feio em seu medo, ele está mentindo
Para matar saqueadores, ladrões e espiões.

O homem foge no terror das enchentes
E mata e estupra e mente em meio a sangue
E derramamento de sangue pelas mãos da humanidade
Vai manchar e abater muitas terras.

E quando a cauda do dragão se for
O homem se esquecerá, e sorrirá, e continuará
Dedicar-se-á - tarde demais, tarde demais
A humanidade ganhou o destino merecido.

Seu falso sorriso - a sua falsa grandeza
Servirá aos Deuses e mexerá com sua raiva.
E eles vão enviar o Dragão de volta À luz do céu - sua cauda vai rachar
Sobre a terra e rasgar a terra
 E o homem deverá fugir, Rei, Senhor e servo.

Mas aos poucos eles são encaminhados para fora
Procurar por mínimas bicas de água
E os homens morrerão de sede antes
Os oceanos origem a montar a costa.

E terras vai rachar e rasgar novamente
Você acha isso estranho.
Ele irá se tornar realidade.
E em alguma terra distante Alguns homens - oh um lado tão pequeno Terá que deixar sua montagem sólida E extensão da terra, os poucos para contar,
Que sobrevive a estes (ilegível) e depois Comece a raça humana novamente.

Mas não em terra já está lá Mas em camas oceânicas, austero, seco e nu
Nem toda alma na Terra vai morrer
Como a cauda do Dragão vai varrendo.
Nem toda a terra sobre o planeta afundará
Mas estes irão exalar mau cheiro e feder

De corpos em decomposição de animais e do homem
Da vegetação crespa na terra.
Mas a terra que sobe do mar Será seca e limpa e macia e livre
De sujeira da humanidade e, portanto, será
A fonte da nova dinastia do homem.

E aqueles que vivem sempre temerão
A cauda do dragão por muitos anos
Mas o tempo apaga a memória
Você acha isso estranho. Mas vai ser.

E antes da raça é construído de novo
Uma serpente de prata vem para ver
E vomitar homens como desconhecidos
Para se misturar com a terra já crescido

Frio de seu calor e estes homens podem Iluminar as mentes do homem futuro.

Para misturar-se e mostrar-lhes como
Para viver e amar e, assim, dotar As crianças com a segunda visão.
Uma coisa natural para que eles possam
Crescer graciosa, humilde e quando o fazem

A Idade de Ouro vai começar de novo.
A cauda do dragão é senão um sinal de Para a queda da humanidade e do declínio do homem.
E antes que esta profecia seja feita
Devo ser queimada na fogueira, em um

Meu corpo chamuscado e minha alma livre
Você acha que eu sou uma grande blasfêmia
Você está errado.
Essas coisas vieram para mim
Esta profecia virá a ser.

(Tradução)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

O final catastrófico da última Idade do Gelo


domingo, 2 de dezembro de 2012

Alinhamento planetário: Pirâmides de Gizé em 03/12/2012



As pirâmides do Egito refletirão três dos planetas de nosso sistema solar: Saturno, Vênus e Mercúrio. Isto acontecerá em 03/12/2012, 18 dias antes de 21/12/2012. Este alinhamento de 3 dezembro ocorre somente a cada 2.737 anos.





(fonte)

sábado, 1 de dezembro de 2012

Cristóvão Colombo: Português do Alentejo


Cinco séculos depois das viagens épicas começadas em 1492, estão descobertas evidências conclusivas sobre a nacionalidade de Salvador Fernandes Zarco, português de Cuba, no Alentejo, mais conhecido pelo seu pseudónimo de "Cristóvão Colombo".

NASCIDO NO ALENTEJO
Antes de se casar com a sua prima Beatriz, o Infante D. Fernando e a filha de João Gonçalves Zarco chamada Isabel Gonçalves Zarco tiveram um romance. O produto dessa relação "foi baptizado" com o nome de Salvador Fernandes Zarco (Cristóvão Colon). 

CUBA DO ALENTEJO 

Nestas circunstâncias, o Infante D. Fernando fez o que os nobres faziam: despachou a moça para "longe" de Beja para ter o rebento. Foi assim que ela foi parar 20 km mais a norte, a uma terra chamada Cuba, onde o rapaz nasceu... Quando, em 27 de Outubro de 1492, Colon descobriu a ilha a que chamou Cuba, disse que era "o lugar mais bonito do mundo".

IDENTIDADE DUPLA

Não se sabe bem quando Salvador Fernandes Zarco passou a ser Cristóvão Colon, mas sabe-se que depois sempre assumiu ambos os nomes - e portanto as origens, incluindo a judaica - quando começou a assinar documentos e inventou, para isso, uma inteligente e bem elaborada sigla: o monograma que colocou à esquerda da sigla em muitos documentos, como o da imagem abaixo. Sílvia Jorge da Silva descobriu, em 1989, que o monograma é feito a partir da junção das letras "S", "F" e "Z", como em Salvador Fernandes Zarco, assim:




A propósito, como é sabido, "Fernandes" significa "filho de Fernando" e nas situações como a do filho de Fernando e Isabel, era usual o varão tomar o apelido da mãe. Portanto, cá está o Salvador Fernandes Zarco. Quanto a demonstrar a sua portugalidade, parece suficiente, mas muito mais poderia ser acrescentado: por exemplo, o Papa Alexandre VI, numa bula de 1493, toda em latim, escreve o nome dele em português:


Isto é português: "Cristo" sem "h" e "fõm" com til - não havia, nem há, nenhuma língua no mundo que acentue o "o" com um "til" - apenas o português.

AGENTE AO SERVIÇO DO REI PORTUGUÊS
O Rei português pretendia forçar a alteração do tratado de Toledo (1480) com os espanhóis, que concedia a Espanha o domínio sobre as terras e águas atlânticas para além de 100 léguas de Cabo Verde acima de um paralelo localizado a sul das Canárias e a Portugal o domínio abaixo desse paralelo.

Para conseguir concretizar os seus intentos, D. João II, enviou a Espanha o navegador Salvador Fernandes Zarco, que se apresentou sob o pseudónimo de Cristóvão Colom, com a missão de convencer os Reis Católicos a financiar e investir na procura da rota das Índias pelo Ocidente, devendo manter sempre oculta a sua origem. Os Reis Católicos sabiam certamente que era português, mas julgaram tratar-se de um navegador a quem D. João II tinha recusado financiar essa mesma expedição, e que, como tal, se virava para Espanha.

Só após 7 anos de infrutíferas tentativas Colom conseguiu convencer os Reis, apesar dos seus vastos conhecimentos e experiência de navegação atlântica. Como poderia um cardador de lãs genovês, sem qualquer experiência de navegação, ter sido recebido e convencido os Reis de Espanha a financiar tal aventura? Como se explica, com as limitações impostas pelo tratado de Toledo vigente, que Colom navegasse até às Canárias e depois virasse para sul, sabendo que tudo o que descobrisse não seria para Espanha mas sim para Portugal? O objectivo de D. João II era que Colom, ao serviço dos Reis de Espanha, descobrisse terras na zona atribuída a Portugal, para justificar um protesto legítimo e fazer alterar o Tratado por um mais favorável. No regresso da sua viagem, Colom não se dirigiu directamente a Espanha, mas “inventou” uma tempestade que o obrigou a permanecer em solo português durante vários dias , tendo aproveitado para visitar a família na Madeira e ter falado com D. João II, dando-lhe conta das suas descobertas. Só depois foi para Espanha ter com os Reis que lhe financiaram a viagem.


Outros testemunhos:

Investigador espanhol Altolaguirre y Duval: "o dialectismo colombino é seguramente português"; Historiador Menéndez Pidal: "o seu vocalismo tende para o português";
Investigador judeu Simon Wiesenthal: "testemunhas dizem que falava castelhano com sotaque português".
No "Pleyto de la Prioridad", duas testemunhas, Hernán Camacho e Alonso Belas chamam ao Almirante "o infante de Portugal";
O espanhol Ricardo Beltrán y Rózpide, presidente da Real Sociedad de Geografia, escreveu "el descobridor de América no nació en Génova", acrescentando que tinha nascido algures entre os cabos Ortegal (Galiza) e San Vicente (Algarve).

Todos os testemunhos dizem que falava espanhol com pronúncia portuguesa e escrevia textos cheios de portuguesismos.

Pelo monograma que incluiu em alguns dos seus escritos, acima das suas siglas, e que foi decifrado como correspondendo às iniciais S F Z, e por aquilo que o navegador, de verdadeiro nome Salvador Fernandes Zarco escreveu, não há dúvidas: “Fernandus, ensifer copiae Pacis Juliae, illaqueatus cum Isabella Sciarra Camarae, mea soboles Cubae sunt” ou seja “Fernando, duque de Beja e Isabel Sciarra da Câmara são os meus pais de Cuba”.

Video explicativo (recomendo que pausem o video para uma melhor leitura):


(fonte1)
(fonte2)

Por que o mundo não vai acabar em 2012


A menos de um mês da data anunciada para o fim do mundo, muita gente já anda pensando se é possível se safar da destruição total. Boa parte da culpa de tudo isso é do calendário maia, que obteve grande atenção mundial por conta das supostas advertências apocalípticas que previam o fim do mundo. 

Dizem que no dia 21 de dezembro de 2012 um raro alinhamento do Sol com o centro da Via-Láctea dará início a uma série de eventos desastrosos. São esperados terremotos, pragas, dilúvios e distúrbios eletromagnéticos.

Mas fique tranquilo porque o mundo não vai acabar e você poderá trocar o calendário pendurado na porta de sua geladeira no ano que vem. Afinal, não existe base científica para sustentar as previsões. Descobrimos alguns motivos que mostram que as coisas vão continuar como estão. Para o bem e para o mal. Confira:

— O mais antigo calendário maia conhecido foi encontrado em antigas ruínas na Guatemala e oferece indícios de que o fim do mundo não é eminente, disseram pesquisadores. Segundo o Jornal Ciência, especialistas garantem que não existe tal previsão. Uma nova descoberta fornece um pouco mais de informações que, somadas aos cálculos feitos há 6.000 anos, significam que o mundo se estenderá bem mais do que 2012. Os próprios cálculos dos maias vão além deste ano.


Mais em: (fonte)

PS: nunca é demais lembrar que o que termina é um CICLO.

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