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sábado, 30 de junho de 2012

Monitorando El Hierro nas Ilhas Canárias

 Atualização5(28/6/2012): mais de 750 terremotos nos últimos dias. A pressão do magma detectada causou uma deformação de 5 centímetros na vertical, conforme informado pela Direcção de Segurança das Ilhas Canárias.


(fonte)

Atualização4:  El Gobierno de Canarias alerta por radio a todos los operativos de El Hierro de la inminente erupción volcánica a 12 kilómetros de la Isla. Los científicos consideran que en las próximas horas se puede producir a un 99 %.

Para no alarmar a la población se está decidiendo el momento en hacer público un comunicado dando cuenta de esta incidencia, pero ya se ha decretado la alerta máxima por radio a todos los operativos para que estén preparados, especialmente a la UME y a su dispositivo que incluye un albergue con capacidad para 2.000 personas, si se considera que debe evacuarse a toda la población.

En estos momentos los técnicos del Gobierno de Canarias desde el Cecoi herreño están ya coordinando los recursos de emergencias y de seguridad y todo el operativo aéreo y marítimo para cuando ocurra la erupción. 
(fonte)

Atualização3: "Escuchamos rugidos bajo el mar"

Los submarinistas de El Hierro son testigos de la escalada de seísmos. El Ejército desembarca en la isla para prepararse ante una posible erupción.

Los submarinistas de La Restinga, al sur de El Hierro, saben que pasa algo anormal. "Hace unos días estábamos a unos 30 metros cuando escuchamos un ruido extraño. Trrrrrrrrrrr. Así durante unos segundos. Como si se rompiera la roca. Se escuchan rugidos bajo el mar. Es muy raro", explica Beatriz Delgado Cánovas, una geógrafa madrileña que hace tres años vino a la isla a quedarse. Son los crecientes temblores de El Hierro, bastantes más de 8.000 que han crecido en intensidad desde el pasado viernes. Animados por los científicos que analizan la crisis sísmico-volcánica, los buzos buscan ahora rastros de salida de gases y miden la temperatura del agua. Hasta ahora, sin indicios anormales.

Joseba, un bilbaíno que lleva dos años como monitor de buceo en la isla, cuenta que durante el día en unos 45 minutos de inmersión han escuchado siete veces el rugido. "Suena como si un barco estuviera realizando una maniobra extraña justo encima de ti. Lo que tranquiliza es que los peces están muy tranquilos. En una de esas veces estábamos fotografiando un mero y ni se inmutó. Fue impresionante", explica. Joseba cuenta que hoy la temperatura en el Mar de las Calmas es de 24 grados, "lo normal en esta época".
(...)

(fonte)
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Atualização2: Gráfico da Energia Acumulada:

(fonte)
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Atualização1: ALERTA AMARELO. As autoridades das Ilhas Canárias iniciaram os preparativos para a evacuação e recolocação dos cidadãos como prevenção aos inúmeros terremotos sentidos. (8452 terremotos em 10 semanas)

(fonte)
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O numero de tremores diários registrados na pequena El Hierro (Ilhas Canárias), aumentou consideravelmente nos ultimos dias. O Instituto Vulcanológico das Canárias, relatou uma inchação de 1 centímetro sobre parte do vulcão da ilha.

Segundo o IGN (Instituto Geográfico Nacional), os tremores registrados excedem os 4200 em 5 semanas. A sua magnitude varia de 1 a 3 na escala de Richter. Somente no dia 22 de Agosto foram registrados mais de 431 tremores, um deles de magnitude 3.5 na escala de Richter.



Já aqui falei no perigo que representam as Ilhas Canárias.

Este é um assunto para continuar a monitorar.

(fonte)

domingo, 2 de outubro de 2011

Tambora: Indonésios temem nova erupção de vulcão

Erupção do Tambora em 1815 diminuiu temperaturas em todo o mundo. Moradores relutam em ficar nas áreas próximas ao vulcão.

Normalmente, os agricultores indonésios ignoram ordens para evacuar os arredores de um vulcão ativo, mas esse não é o caso do monte Tambora, que retumbou de um jeito ameaçador, lembrando a grande erupção de 1815, que afetou todo o planeta.

Moradores como Hasanuddin Sanusi ouvem desde pequenos a história de como a montanha que é chamada de casa por eles já causou a maior erupção conhecida, matando 90.000 pessoas na Indonésia e escurecendo os céus no outro lado do planeta.

Sanusi, ao sentir, um fluxo constante de tremores, pegou mulher e filhos pequenos e saiu da localidade, assim como outros moradores, que se recusam a voltar, apesar das garantias de segurança dadas pelas autoridades.

“Um dragão dormindo dentro da cratera, é isso que nós imaginamos. Se nós o irritamos, formos desrespeitosos com a natureza, ele acordará cuspindo chamas, destruindo toda a humanidade”, diz o agricultor.



A erupção do Tambora em abril de 1815 deixou uma cratera de 11 quilômetros de largura e um quilômetro de profundidade, liberando aproximadamente 400 milhões de toneladas de gases sulfúricos na atmosfera e gerando um “ano sem verão” nos Estados Unidos e na Europa.

As temperaturas em todo o mundo despencaram, destruindo plantações e levando a grandes períodos de fome. Essa erupção foi muito mais poderosa que a do vulcão Krakatoa em 1883, que, porém, é mais conhecida, já que os meios de comunicação estavam mais disseminados na época.

Em um país acostumado a conviver entre vulcões, o Tambora causa receio porque os moradores da região não estão acostumados com os tremores. Exceto por tremores de pequena escala nos anos 1960, a montanha não se manifestou na maior parte dos últimos 200 anos.

“Começou a expelir cinzas e fumaça no ar, algo tão alto quanto 1.400 metros. É algo que nunca vi antes”, diz Gede Suantika, do Centro de Vulcanologia do governo indonésio.

Autoridades deram em abril o alerta do segundo maior nível de atividade na história do monte duas semanas atrás, mas apenas quem estava a três quilômetros da cratera precisaria sair, o que não impediu uma saída em massa da ilha de Sumbawa. Apenas nesta segunda-feira (19), a maioria das pessoas voltou.

A atividade atual, segundo o vulcanologista islandês Haraldur Sigurdsson, pode ser parte do nascimento de um “filho” do Tambora, no processo de formação de um novo vulcão. A explicação, porém, pouco conforta os moradores da região.

(fonte)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Aumento da atividade vulcânica e do numero de terremotos de grande magnitude

(Desconsiderar os comentários políticos)

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Previsão Web Bot - Vulcão na Islândia

Relembrando o texto do relatório do Web Bot em 2009:

"Some of the supporting sets for this last are painting pictures of [people] being [reduced/knocked down] by the [dark wave]. A few of the more dramatic supporting sets indicate that [airplane travel] will be affected throughout early-to-mid 2010."

Tradução: "Alguns dos mais dramáticos dados indicam que as [viagens de avião] serão afetadas no inicio para a metade de 2010"

(...)

"There are several other sets growing under the [volcanoes] sub set that are sliding into conjunction with the [chemtrails] set within the Terra entity. IF we assume that the rate of accretion spread continues as it has these last 2/two runs, then the probability exists that sometime near the vernal equinox of 2010, the [volcano activity] will have put enough [dust/ash] into the [atmosphere] as to affect both [jet planes] in general and *perhaps* even the [need/reason-for-existence] of the [chemtrails] themselves..."

Tradução:" ...perto do Equinócio Vernal de 2010, a atividade vulcânica colocará [pó/cinzas] suficientes na [atmosfera] capaz de afetar tanto as [viagens de avião] no geral como *talvez* até a [necessidade/razão da existência] dos próprios [chemtrails]..."

Como já observei anteriormente, os eventos em si são previstos pelo programa, algumas vezes no espaço temporal correto...

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A notícia:

"As erupções se intensificaram no vulcão localizado sob a geleira Eyjafjallajoekull, na Islândia, e os distúrbios causados pela fumaça ao tráfego aéreo em diversos países da Europa, impactando conexões em todo o mundo (...)

Obstrução no tráfego aéreo

Uma interrupção total como a de hoje, nos voos em países como Reino Unido, Irlanda, Noruega, Dinamarca e Suécia, não era vista desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, em Nova York.

Milhares de voos foram cancelados, deixando dezenas de milhares de passageiros no solo, e ainda não há um consenso entre as autoridades de tráfego aéreo na Europa sobre quando será seguro liberar as aeronaves novamente.

De acordo com especialistas em aviação, esta é a primeira vez na história que uma coluna de fumaça tenha afetado o tráfego aéreo mais movimentado do mundo. No Reino Unido, cinco aeroportos de Londres foram fechados, incluindo o de Heathrow, uma grande base de voos para todo o mundo que opera cerca de 1.200 voos e mais de 180 mil passageiros por dia.

Aeroportos foram fechados também na França, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Irlanda, Suécia, Finlândia e Suíça, com efeitos em todo o mundo. Na França, voos para Paris e outros 23 aeroportos foram cancelados, e companhias aéreas nos EUA cancelaram alguns voos para a Europa."

(fonte)

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