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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A Experiência da Dupla Fenda: Onda / Partícula

A Experiência:

Dissertação do Prof. Helio Couto:

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Timewave Zero - Revisitado


Desde a minha ultima matéria sobre esta tema, verifiquei que muitas pessoas não entenderam o que escrevi, nem percebem o funcionamento e o significado do Timewave Zero.
Chegou-se até a especular sobre um evento significativo que ocorreria na data de começo do padrão das ondas, no dia 12 de Abril.

Vou tentar explicar com o máximo detalhe, para que se evitem especulações sobre as obrigatoriedades de acontecimentos significativos sempre que se encontrem pontos máximos ou mínimos nos gráficos.

Para iniciar a explicação do assunto, vamos criar uma entrevista imaginária. O perguntador profissional será idendificado por PP.

PP: "Quem criou o Timewave Zero?"



O criador foi Terence McKenna (1946-2000), autor, explorador e cientista norte-americano, passou o último quarto de século da sua vida a estudar as bases ontológicas do xamanismo e da etnofarmacologia da transformação espiritual. McKenna, fundador da Teoria da Novidade (um ramo da dinâmica fractal), formou-se em Ecologia, Conservação de Recursos e Xamanismo pela Universidade da Califórnia em Berkeley, E.U.A.

PP: "O que é a Teoria da Novidade? Podia explicar? Alguém...?"

Ela prediz o fluxo e refluxo da novidade no universo como uma qualidade inerente de tempo. McKenna desenvolveu a teoria em meados da década de 1970 depois de suas experiências na Amazônia em La Chorrera, isso o levou a estudar atentamente o Rei Wen sequência do I-Ching.

A Teoria da novidade pode se definir como uma onda do fractal (ou a faculdade criadora, a complexidade).

PP: "Ahh... certo... Não percebi nada. Fractal? I-Ching?"

O I Ching ou Livro das Mutações, é um texto clássico chinês composto de várias camadas, sobrepostas ao longo do tempo. Tem 64 hexagramas que são símbolos constituídos por seis linhas Yīn ou Yáng que estruturam o livro chinês I Ching.



PP: "E o tal do Fractal??"

Um fractal (anteriormente conhecido como curva monstro) é um objeto geométrico que pode ser dividido em partes, cada uma das quais semelhante ao objeto original. Diz-se que os fractais têm infinitos detalhes, são geralmente auto-similares e independem de escala. Em muitos casos um fractal pode ser gerado por um padrão repetido, tipicamente um processo recorrente ou iterativo.

O termo foi criado em 1975 por Benoît Mandelbrot, matemático francês nascido na Polónia, que descobriu a geometria fractal na década de 70 do século XX, a partir do adjetivo latino fractus, do verbo frangere, que significa quebrar.

Vários tipos de fractais foram originalmente estudados como objetos matemáticos.

PP: "Entendi..."

Veja esse vídeo. Mas antes, respire fundo e prepare-se para viajar.

PP: "Viajar?? Para onde?"

Ao mundo dos fractais...



PP: "Fantástico. Senti-me um pequeno neném!"

Uma minúscula parte representa o todo. Já ouviu falar no Universo Holográfico?
Lembra-se dessa experiência? Quando tiver tempo... leia a matéria.

PP: "OK! E sobre o timewave zero e a teoria da novidade? Há mais informação que eu possa ver??"

Veja o video. A explicação é feita pelo próprio (entrevista dada por McKenna em 1998):



PP: "Profundo. Amanhã eu vejo o video novamente mas com o dicionário aberto. E as ressonâncias?? O que é isso?"

Assista:



PP:"O tempo comporta-se como uma espiral!"

Sim. A "nossa" galáxia é ela própria uma espiral. Veja:


E as suas proporções não são ao acaso e acredito que na espiral do tempo o mesmo aconteça.

Os números de Fibonacci constituem a base matemática de toda a Natureza e talvez o vestígio mais importante para compreendermos que fomos todos formados da mesma coisa, seja ela o Criador ou a força fractal dos Universos.

O Centro da galáxia é uma singularidade, um buraco negro onde nem a luz escapa.



Assista a mais este video:



PP: "Ahhhh eventos passados têm relação com as suas datas de ocorrência no futuro! Exatamente na mesma relação?"

Os eventos atuais têm a sua ressonância no passado. Eventos similares podem ocorrer extamente namesma proporção do tempo passado. Uma guerra no passado pode ter outra na mesma correspondência no futuro mas não significa que seja igual ou que a data tenha de ser forçosamente relacionada com o passado.

Abrem-se janelas no tempo de eventos similares que podem ocorrer.
Veja esse gráfico (clique em cima para aumentar):



Os pontos máximos e mínimos das curvas podem indicar eventos significativos, outros indicam eventos que são apenas mais uns a juntar a inúmeros outros que nem são noticiados mas que contribuem para que algo se manifeste no futuro.

PP: "Podem ser o começo de uma novidade? Da formação de um evento?"

Exatamente!
A ressonância para o nosso tempo atual vai de 12 de Abril de 2009 ao ponto zero.
Dia 12 de Abril foi o início da réplica de ondas passadas. Coincidentemente o dia do começo desse periodo de tempo é 4 de Julho de 1776, o dia da Independência dos EUA. Altamente significativo e que mostra o papel fulcral daquele País no fim dos tempos.

Os 238 anos de História dos EUA e do Mundo serão compactados em pouco mais de 3 anos e meio! Os eventos significativos e similares ocorrerão neste periodo de tempo.

Mas eu acredito que depois da singularidade, o cone do tempo continua mas invertido.

PP: "Como assim?"

Veja:


É como se houvesse uma respiração, inspira e expira, incha e desincha. Assim são os cones do tempo. Repare na "nossa" galáxia vista de lado:



Imagine muitas galáxias alinhadas lado a lado. Entendeu o conceito?

(continua...)

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Dualidade Onda Particula - Experimento da dupla fenda

Na mecânica quântica, um sistema encontra-se indefinido até que um observador consciente realize uma medida. Então, o sistema decide um estado particular em que se apresentará. O termo "Observador" na mecânica quântica tem o significado de dispositivo físico que faz a medida ou a interação entre dois sistemas.

As minúsculas partículas que compõe a matéria comportam-se, em muitas experiências, como se fossem ondas, e obedecem a padrões de comportamento probabilísticos ou aleatórios, onde uma única partícula pode estar em vários lugares ao mesmo tempo ou até em lugar nenhum.

O simples ato de observar o fenômeno muda o comportamento da partícula, tornando-a matéria, e assim assumindo trajetórias previsíveis.

As partículas parecem existir somente quando as observamos. Só quando se toma uma decisão consciente de visualizar a partícula é que a onda realmente adquire individualidade e se torna uma identidade separada.

Assista ao experimento:

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