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sábado, 13 de outubro de 2012

Método eletromagnético destroi células cancerígenas


Um método eletromagnético de destruir células cancerígenas foi desenvolvido por cientistas na Coreia do Sul. A morte de células programada ou apoptose é uma das formas que o organismo tem de se ver livre das células velhas, infectadas, etc. Em resposta a certos sinais, a célula condenada encolhe e parte-se em fragmentos que logo são cercadas e consumidas pelo sistema imunológico.

No câncer, ocorre a falha da apoptose e as células continuam a dividir-se descontroladamente. Esta terapia magnética envolve o uso de nano-partículas de ferro ligadas aos anti-corpos que se unem às moléculas das células tumorais. Quando o campo magnético é aplicado, as moléculas se agrupam automaticamente, provocando a apoptose. Em experiências de laboratório, células cancerígenas intestinais foram expostas a estas nano-partículas e colocadas entre dois imãs. As células foram preparadas para ficarem esverdeadas quando o processo da apoptose ocorresse.

(fonte)

Esta matéria lembra-me uma outra: A cura de todas as doenças por R.R.R.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Mudança nos pólos magnéticos: Super Tempestades


(CHICAGO) – A NASA tem avisado sobre isso... Documentos científicos tem sido escritos sobre isso... Geólogos tem encontrado vestígios disso em sedimentos rochosos e amostras subterrâneas de gelo...

Agora “isso” está aqui: uma mudança de polos magnéticos que se acelerou e está causando estragos no clima mundial capazes de ameaçar a vida.

Esqueça o aquecimento global , o que determina os padrões meteorológicos do planeta é o clima, e o que determina o clima é a magnetosfera solar e sua interação com o próprio campo magnético de um planeta.

Quando o campo muda, quando apresenta flutuações, quando sai de controle e começa a se tornar instável, qualquer coisa pode acontecer. E o que geralmente acontece é que as portas do inferno se abrem!

Mudanças magnéticas nos polos têm acontecido por muitas vezes na história da Terra. Estão acontecendo novamente, neste momento, em todos os planetas do sistema solar, incluindo a Terra.(ver matéria: "Aquecimento Global... no Sistema Solar?")

O campo magnético leva o clima a uma determinada condição e quando o campo começa a migrar, supertempestades começam a irromper.

As super tempestades chegaram

A primeira evidência que temos de que o perigoso ciclo de supertempestades se iniciou é a série de devastadoras tempestades que atingiram o Reino Unido no final de 2010.

Por pouco as ilhas britânicas resistiram, e tempestades monstruosas começaram a assolar a América do Norte. A mais recente supertempestade – à época da escrita deste texto – é um monstro sobre os EUA que se estendeu por 3.200 km, afetando mais de 150 milhões de pessoas.

Ainda que essa tempestade tenha espalhado a devastação pelos Estados do Oeste, Sul, Meio-oeste e Nordeste, outra supertempestade irrompem no Pacífico e atingiu a Austrália.

O continente já lidou com o desastre da supertempestade histórica, que trouxe inundações causadas por chuvas que precipitaram dezenas de centímetros em questão de horas. Dezenas de milhares de lares foram danificados ou destruídos. Após o dilúvio, tubarões-tigre foram avistados nadando entre as casas do que antes era uma calma vizinhança suburbana.

As autoridades, chocadas e impotentes, cogitam que tal quantidade de água pode nunca mais se dissipar e lutam para se conformar com a possibilidade de que a região agora possui um novo território marítimo.

E então apenas algumas semanas depois, uma outra supertempestade – o ciclone megamonstruoso Yasi – atacou o nordeste da Austrália. O dano que deixou para trás está sendo chamado de “zona de guerra” pela equipe de resgate.

A incrível super tempestade trouxe ventos próximos aos 300 km/h. Embora classificado como um ciclone de categoria 5, teoricamente foi de categoria 6. A razão para isso é que tempestades com ventos de 250 km/h são considerados de categoria 5, e o Yasi foi quase 22% mais forte que isso.

Cama-de-gato


Apesar de tudo, o Yasi pode ser apenas um prenúncio de futuras supertempestades. Alguns meteorologistas, monitorando as rápidas mudanças do campo magnético, estão prevendo supertempestades com ventos de 500 a 650 km/h.

Tais tempestades destruiriam completamente tudo que vissem pela frente.

A possibilidade de novas tempestades como Yasi ou piores assolarem nossa civilização e recursos naturais se dá pela complicada relação eletromagnética entre o sol e a Terra. O cabo-de-guerra sinérgico foi comparado por alguns a uma intrincada cama-de-gato (NT: brincadeira infantil onde se enrosca um barbante nas mãos, como nessa imagem), em constante estado de descontrole.

A magnetosfera elétrica do sol, que está sempre se alterando, interage com o campo magnético da Terra, afetando, em certo grau, a rotação e o balanço do planeta, a dinâmica do núcleo, os oceanos e – acima de tudo – o clima.

Rachaduras no escudo magnético da Terra

O polo magnético norte da Terra se movia em direção à Rússia a uma taxa de 8 quilômetros por ano. Este avanço na direção Leste tem acontecido por décadas.

Subitamente, na última década essa taxa aumentou. Agora o pólo magnético está avançando 64 quilômetros anualmente, um aumento de 800%. E continua acelerando. (ver matéria: "Esclarecimentos sobre 2012")


Recentemente, observando a flutuação do campo magnético, a NASA descobriu “rachaduras” nele. Isto é preocupante, pois afeta significativamente a ionosfera, os padrões de vento da troposfera e a umidade atmosférica. Todos os três afetam o clima.

Pior, o que protege o planeta da radiação cancerígena é o campo magnético. Ele age como um escudo refletindo os nocivos raios ultravioleta, raios-X e outras radiações perigosas, impedindo que inundem a superfície da Terra. Com o enfraquecimento do campo e aparição de rachaduras, a taxa de mortalidade do câncer poderia disparar e as mutações no DNA se tornariam extremas.

Uma outra agência federal, a NOAA (NT: Administração Nacional Oceânica e Atmosférica), divulgou um relatório que causou uma rajada de pânico ao prever que supertempestades poderiam varrer a maior parte da Califórnia no futuro. Os cientistas da NOAA disseram que este é um cenário plausível e corresponderia a um “rio atmosférico”, transportando água equivalente a 50 rios Mississipi para o Golfo do México.

O campo magnético poderá enfraquecer, inverter e desaparecer

A revista britânica The Economist escreveu um artigo detalhado sobre o campo magnético e o que acontecerá com ele. Dizia o artigo:

“Existem, no entanto, evidências crescentes de que o campo magnético terrestre está prestes a desaparecer, ao menos por um tempo. O registro geológico mostra que ele inverte de tempos em tempos, quando o polo sul se torna o norte e vice-versa. Em média, tais inversões acontecem a cada 500 mil anos, mas não há um padrão discernível. Inversões já ocorreram em intervalos de 50 mil anos, ao passo em que a última ocorreu há 780 mil anos. Porém, conforme discutido no Simpósio de Ciência Espacial da Groelândia, sediado em Kangerlussuaq nesta semana, os sinais indicam que outra inversão ocorrerá em breve.” (Estas inversões já ocorreram em um curto intervalo de tempo de 10 mil anos, mas como bem indica o texto, não há padrão neste tipo de acontecimentos).

Discutindo a mudança magnética dos polos e o impacto no clima, o artigo científico “O clima e o compo magnético terrestre” foi publicado no periódico Nature. Os cientistas também estão muito preocupados com o crescente perigo de supertempestades e o impacto na humanidade.
As supertempestades não apenas prejudicarão a agricultura por todo o planeta, levando à escassez e à fome, como também modificarão as linhas costeiras, detruirão cidades e deixarão dezenas de milhões desabrigados.

Supertempestades também podem causar o colapso de certas sociedades, culturas ou países inteiros. Outros podem entrar em guerra entre si.

Um estudo dinamarquês publicado no periódico científico Geology, apontou forte correlação entre mudanças climáticas, padrões meteorológicos e o campo magnético.

O clima da Terra tem sido significativamente afetado pelo campo magnético do planeta, de acordo com o estudo publicado nessa segunda-feira, o que poderia desafiar a noção de que as emissões humanas são responsáveis pelo aquecimento global.

“Nossos resultados mostram uma forte correlação entre a força do campo magnético terrestre e a intensidade de precipitação nos trópicos”
, um dos geofísicos dinamarqueses por trás do estudo, Mads Faurschou Knudsen, do departamento de geologia da Universidade de Aarhus, oeste da Dinamarca, contou ao jornal Videnskab.

Ele e seu parceiro, Peter Riisager, do Levantamento Geológico da Dinamarca e Groelândia (GEUS), compararam uma reconstituição do campo magnético pré-histórico de 5 mil anos atrás baseados em dados obtidos em estalagmites e estalactites na China e Omã.

Segundo o periódico a intensidade magnética das tempestades solares com impacto sobre a Terra pode intensificar os efeitos da mudança polar, além de aumentar a frequência das supertempestades emergentes.

Reversão dos polos também pode estar iniciando uma nova Era Glacial

De acordo com alguns geólogos e cientistas, acabamos de sair do período interglacial mais recente. Esses períodos são espaços de tempo – cerca de 11.500 anos (data próxima do suposto desaparecimento da Atlântida) – entre as grande Eras Glaciais.

Um dos mais impressionantes sinais da Era Glacial que se aproxima é o que aconteceu com o balanço do eixo da Terra. O balanço da Terra parou. (ver Bíblia: Isaías - "19 A terra será de todo quebrantada, ela totalmente se romperá, a terra violentamente se moverá.; 20 A terra cambaleará como um bêbado e balanceará como rede de dormir;")

Conforme explicado no site sobre geologia e ciência espacial earthchangesmedia.com, “O balanço foi descoberto em 1981 por Seth Carlo Chandler, um astrônomo americano.”.

“O efeito faz com que os polos da Terra se movam um círculo de irregular de 3 a 15 metros de diâmetro numa oscilação. O balanço da Terra tem um ciclo de 7 anos que produz dois extremos, um círculo espiral pequeno e um círculo espiral grande, afastados 3,5 anos entre si.”

“Em outubro de 2005 a Terra estava entrando no círculo pequeno (a fase mínima do balanço), que deveria ter se desenvolvido lentamente durante 2006 e os primeiros meses de 2007 (cada círculo dura cerca de 14 meses). Mas de repente, no início de novembro de 2005, a localização do eixo de rotação desviou em um ângulo bastante agudo para seu movimento circular.

“O trajeto do eixo de rotação começou a desacelerar e em aproximadamente 8 de janeiro de 2006 cessou praticamente todo o movimento relativo nas coordenadas x e y, que são utilizadas para definir a mudança diária de localização do eixo de rotação.”

E a Terra parou de balançar – exatamente o previsto como mais um sinal de uma iminente Era Glacial.
Portanto, o inicia de uma nova Era Glacial é marcada por uma reversão dos polos magnéticos, atividade vulcânica intensificada, terremotos maiores e mais frequentes, tsunamis, invernos mais frios, supertempestades e o fim do balanço do eixo da Terra.

Infelizmente, todas essas condições estão se reunindo.


http://www.salem-news.com/articles/february042011/global-superstorms-ta.php
http://www.abundanthope.net/pages/
Traduzido por David Marinho com adaptações do Ciclo Finalhttp://traduzindoluz.blogspot.com/

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Documentário: Tempestade Magnética

Algo de estranho está acontecendo nos profundos subterrâneos da Terra, onde um líquido metálico é constantemente movimentado pela rotação do Planeta, gerando uma força invisível: o Campo Magnético, que protege a Terra contra radiações vindas do espaço. Este campo magnético parece que aos poucos está se tornando mais fraco.

O Documentário está dividido em 6 partes.











domingo, 19 de abril de 2009

Polaridade da Terra pode inverter-se em breve



O enfraquecimento gradual do campo magnético da Terra é um fenómeno conhecido há muito tempo. Calcula-se que no último século e meio a sua intensidade se reduziu pelo menos em dez por cento, apesar de em zonas como a Anomalia do Atlântico Sul estar a diminuir dez vezes mais depressa que noutros lugares.

Segundo um estudo científico publicado em Nature Geoscience, este enfraquecimento poderia provocar uma iminente inversão magnética dos pólos.

O campo magnético terrestre forma um escudo protector contra o vento solar, que é o fluxo de partículas carregadas de alta energia proveniente do Sol.

Este escudo, conhecido como magnetosfera, é o que protegeu sempre a vida da Terra contra grande parte da radiação que vem do Sol.

O campo magnético da Terra enfraqueceu pelo menos 10% nos últimos 150 anos, o que poderá significar uma próxima inversão dos pólos. Esse enfraquecimento não implica necessariamente a proximidade de uma inversão, mas de uma probabilidade da mesma.

A comunidade científica reconhece que as inversões geomagnéticas são de natureza caótica e não há forma de predizê-las.

Tanto poderiam suceder agora como dentro de milhares de anos. Graças a indícios registados nos sedimentos marítimos, sabe-se que nos últimos cinco milhões de anos, o campo magnético terrestre sofreu mais de vinte inversões, a última das quais há 780.000 anos.

O que se sabe é que a mudança traz consigo um enfraquecimento do campo magnético, seguido de um período de recuperação e reorganização da polaridade oposta.

O efeito mais referido é a vulnerabilidade da Terra perante as tempestades solares. O próprio Mandea afirma que “se houvesse tempestades magnéticas e partículas de alta energia provenientes do Sol, os satélites poderiam ser afectados e perderem as ligações”.

Uma pressão do vento solar suficientemente intensa sobre uma magnetosfera débil, poderia alterar as órbitas dos satélites, danificar as comunicações de todo o planeta, avariar todo o tipo de equipamentos eléctricos e até afectar as pessoas se a radiação fosse bastante intensa.

Como tantos processos naturais movidos por forças caóticas, é imprevisível conhecer quando irá acontecer a próxima inversão magnética polar. Podemos nunca saber ou poderemos vivê-la em breve.

(fonte)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Descoberto buraco gigante em campo magnético da Terra



Os satélites da missão espacial Themis, lançados em 2007, descobriram um grande buraco no campo magnético da Terra. Segundo os cientistas da Nasa, a agência espacial americana, a abertura é dez vezes maior do que era esperado e o buraco tem o diâmetro sete vezes maior do que o do nosso planeta.

O campo magnético da Terra, também conhecido como magnetosfera, é uma espécie de bolha magnética que circunda o planeta e protege a superfície terrestre das partículas carregadas pelo vento solar.

Os cientistas explicam que o vento solar carregado de partículas "abre" o buraco na magnetosfera da mesma forma como um polvo envolve um objeto com seus tentáculos - um processo conhecido como "reconexão magnética".

"O campo magnético do Sol se reveste ao redor da magnetosfera, provocando a sua ruptura", afirma o cientista David Sibeck, da Nasa.

A descoberta do buraco foi feita no dia 3 de junho, quando os cinco satélites da nave espacial passaram pela cavidade no momento em que estava se abrindo.

"Já vimos cavidades como essa antes, mas não em escala tão grande", disse Jimmy Raeder, físico da Universidade de New Hampshire que também trabalha no projeto. "O lado diurno inteiro da magnetosfera estava aberto para o vento solar."

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