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quinta-feira, 26 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Star Child Skull: o crânio da criança das estrelas
Atualização: últimas informações.
Star Child: o caso que vai abalar as religiões.
Acompanho esta matéria desde 2003, mas preferi aguardar até que se fizessem repetidos testes com tecnologia mais avançada.
A história começa na década de 1930. Uma adolescente Americana saiu de férias com sua família para uma região próxima do Copper Canyon, no México.
Ao explorar a região, encontrou um túnel de mina abandonado. Lá dentro estava um esqueleto humano completo, deitado de costas e ao seu lado um monte de terra. Aparentava ser uma sepultura. Um osso de braço saindo da terra e ossos de uma mão agarrados no osso do braço.
Ao sair do túnel, uma chuva torrencial levou os 2 esqueletos, mas a adolescente conseguiu recuperar os 2 crânios e um maxilar do crânio que ela havia encontrado na sepultura.
Manteve-os em uma caixa de papelão como souvenires de sua viagem, convencida que o estranho crânio fosse resultado de alguma deformidade humana. A mulher faleceu na década de 1990 e em 1998 os dois crânios foram dados de presente a Ray e Malanie Young de El Paso, Texas.
Melanie, uma enfermeira neonatal e fisioterapeuta, percebeu que o crânio não encaixava em alguma deformidade humana conhecida. Por isso,, ela e seu marido Ray, contrataram a ajuda de Lloyd Pye, um autor e pesquisador autônomo. A partir daí, Pye tornou-se o guardião e o coordenador das pesquisas.
Desde 1999, testes científicos foram realizados em 3 países: Estados Unidos, Canadá e Inglaterra.
Ambos os crânios têm 900 anos de idade. O teste foi realizado pelo método do carbono-14. Sabendo disto, os cépticos logo afirmaram que nesta época, os índios das Américas Central e do Sul, amarravam tábuas nos crânios de bebês.
Geralmente um bebê era amarrado a uma tábua usando-se uma corda, ou um tecido, posicionando-se a cabeça voltada para frente, com o ângulo de visão e o pescoço levemente supra flexionados para facilitar a respiração. Mas, ao rodarmos o crânio, notamos que os olhos apontam para baixo, e mais importante ainda, o pescoço está inclinado de forma a bloquear a passagem de ar do indivíduo.
Um exame mais detalhado revela que é uma deformidade natural, com muitas características onduladas, as quais não são vistas em crânios achatados artificialmente.
Logo, esta possibilidade foi descartada.
Bom, se não foi modelado por tábuas... então só pode ser alguma patologia deformativa, por exemplo, a hidrocefalia, argumentaram os cépticos.
Nesta condição o fluído cefalorraquidiano, que normalmente irriga o cérebro fica obstruído e preso dentro do crânio. Como resultado, o crânio do bebê, que não está completamente formado e endurecido, se expande para acomodar o excesso de fluído.
Bebês que sofrem de hidrocefalia têm o crânio em forma arredondada, quase esférica.
O crânio Starchild tem um leve formato de coração, e se expande em ambos os lados da sutura sagital (centro). Um exame desta sutura, ou emenda, mostra que ela não está fundida, assim não poderia restringir a expansão se tivesse sido causada por um acúmulo do fluído cefalorraquidiano.
As cavidades oculares não ficam distorcidas nas crianças hidrocéfalas. Mas, as cavidades oculares do crânio em questão são completamente fora da normalidade pois têm aproximadamente 2 cm de profundidade e as aberturas dos nervos óticos estão localizadas mais abaixo e mais próximas da base interior do nariz.
As superfícies das cavidades oculares são perfeitamente lisas, sem quaisquer distúrbios a olho nu. Eles podem ser sentidos com a ponta dos dedos. Esta incrível simetria torna a possibilidade de que a "deformidade" possa ter sido conseqüência de alguma doença, ou anomalia genética, quase nula.
Existem ainda várias outras disparidades entre este crânio e o de um humano, como por exemplo, a localização do ouvido interno.
Em humanos, o ouvido interno é usado para nos ajudar a determinar o que esta para cima, ou para baixo, para esquerda ou para a direita, e para nosso equilíbrio. Ele é essencial para nossa existência na gravidade deste planeta. No crânio Starchild, existe um enorme ouvido interno, muito maior do que o humano.
Assim, esta explicação também foi abandonada.
De notar também a capacidade volumétrica do crânio Starchild que é de aproximadamente 1600 centímetros cúbicos, é maior que a de um ser humano.
Mas o que realmente importa é testar o DNA. Ainda que todas estas deformidades fossem desconhecidas da ciência, o caso ficaria encerrado se o DNA retirado do crânio fosse humano.
Testes foram feitos em 2003 e logo fatos estranhos surgiram. Em um dos testes, uma parte do crânio "starchild" foi colocado em um tubo de ensaio contendo o ácido usado normalmente. Uma semana depois, o osso humano dissolveu-se, mas o mesmo não aconteceu com a amostra proveniente do crânio Starchild. Um mês depois, o osso permanecia intacto. Só com a ação do poderoso detergente chamado "Tween 20" isso aconteceu.
Os resultados foram surpreendentes. Mesmo antes que o DNA pudesse ser extraído, a equipe já havia obtido descobertas inesperadas. A grossura do crânio era anormal para ser de um humano, e o grau de resistência era muito maior. A constituição era mais similar à de esmalte de dentes. E ainda, quando visto sob um microscópio, fibras entrelaçadas foram encontradas. Isto nunca foi detectado anteriormente em outros ossos.
Em ambas as amostras foram analisadas tanto o DNA nuclear, quanto o mitocondrial.
Os últimos resultados dos testes de DNA nuclear do crânio Starchild foram impactantes: depois de 6 tentativas, não foi possível extrairem-se os marcadores provenientes de humanos.
Alguns dos fragmentos extraídos do teste nuclear do DNA mostraram-se diferentes de tudo o que se conhece na Terra! A conclusão aponta para o seguinte: a mãe era humana, mas os genes paternos não pertencem a nenhuma espécie conhecida!
Em março de 2010, Lloyd Pye encontrou-se com o geneticista que lhe disse :"O crânio em questão não é inteiramente humano.", ou seja, trata-se de um ser híbrido!
O que diz Pye sobre o assunto?
"Estes resultados têm sido comprovados várias vezes, e alguns fragmentos diferentes têm sido identificados, os quais não combinam no banco de dados de qualquer coisa conhecida. Apesar disso, os cépticos ainda serão obrigados, devido às suas posições [no âmbito científico], a tentar desbancar este processo como algum tipo de erro, porque em seus pontos de vista isto simplesmente não pode ser verdadeiro."
"Por sorte, seus ruidosos protestos podem ser facilmente superados com a repetição contínua dos resultados, descobrindo cada vez mais fragmentos similares na biblioteca que irá ser criada a partir do DNA do Starchild. Isto é o que o geneticista está confiante que acontecerá durante os próximos meses e anos – nada mais do que a verificação de que uma significante parte do genoma Starchild não é encontrado na Terra."
O resultado dos testes de DNA realizados em 2010:
Site de Lloyd Pye: http://www.lloydpye.com/index.htm
Entrevista a Lloyd Pye (2010, em inglês):
Nota: a outra matéria será publicada durante a semana. Trata-se de uma descoberta feita em África que vem corrobar as traduções dos textos Sumérios realizadas pelo saudoso Zecharia Sitchin.
Star Child: o caso que vai abalar as religiões.
Acompanho esta matéria desde 2003, mas preferi aguardar até que se fizessem repetidos testes com tecnologia mais avançada.
A história começa na década de 1930. Uma adolescente Americana saiu de férias com sua família para uma região próxima do Copper Canyon, no México.
Ao explorar a região, encontrou um túnel de mina abandonado. Lá dentro estava um esqueleto humano completo, deitado de costas e ao seu lado um monte de terra. Aparentava ser uma sepultura. Um osso de braço saindo da terra e ossos de uma mão agarrados no osso do braço.
Ao sair do túnel, uma chuva torrencial levou os 2 esqueletos, mas a adolescente conseguiu recuperar os 2 crânios e um maxilar do crânio que ela havia encontrado na sepultura.
Manteve-os em uma caixa de papelão como souvenires de sua viagem, convencida que o estranho crânio fosse resultado de alguma deformidade humana. A mulher faleceu na década de 1990 e em 1998 os dois crânios foram dados de presente a Ray e Malanie Young de El Paso, Texas.
Melanie, uma enfermeira neonatal e fisioterapeuta, percebeu que o crânio não encaixava em alguma deformidade humana conhecida. Por isso,, ela e seu marido Ray, contrataram a ajuda de Lloyd Pye, um autor e pesquisador autônomo. A partir daí, Pye tornou-se o guardião e o coordenador das pesquisas.
Desde 1999, testes científicos foram realizados em 3 países: Estados Unidos, Canadá e Inglaterra.
Ambos os crânios têm 900 anos de idade. O teste foi realizado pelo método do carbono-14. Sabendo disto, os cépticos logo afirmaram que nesta época, os índios das Américas Central e do Sul, amarravam tábuas nos crânios de bebês.
Geralmente um bebê era amarrado a uma tábua usando-se uma corda, ou um tecido, posicionando-se a cabeça voltada para frente, com o ângulo de visão e o pescoço levemente supra flexionados para facilitar a respiração. Mas, ao rodarmos o crânio, notamos que os olhos apontam para baixo, e mais importante ainda, o pescoço está inclinado de forma a bloquear a passagem de ar do indivíduo.
Um exame mais detalhado revela que é uma deformidade natural, com muitas características onduladas, as quais não são vistas em crânios achatados artificialmente.
Logo, esta possibilidade foi descartada.
Bom, se não foi modelado por tábuas... então só pode ser alguma patologia deformativa, por exemplo, a hidrocefalia, argumentaram os cépticos.
Nesta condição o fluído cefalorraquidiano, que normalmente irriga o cérebro fica obstruído e preso dentro do crânio. Como resultado, o crânio do bebê, que não está completamente formado e endurecido, se expande para acomodar o excesso de fluído.
Bebês que sofrem de hidrocefalia têm o crânio em forma arredondada, quase esférica.
O crânio Starchild tem um leve formato de coração, e se expande em ambos os lados da sutura sagital (centro). Um exame desta sutura, ou emenda, mostra que ela não está fundida, assim não poderia restringir a expansão se tivesse sido causada por um acúmulo do fluído cefalorraquidiano.
As cavidades oculares não ficam distorcidas nas crianças hidrocéfalas. Mas, as cavidades oculares do crânio em questão são completamente fora da normalidade pois têm aproximadamente 2 cm de profundidade e as aberturas dos nervos óticos estão localizadas mais abaixo e mais próximas da base interior do nariz.
As superfícies das cavidades oculares são perfeitamente lisas, sem quaisquer distúrbios a olho nu. Eles podem ser sentidos com a ponta dos dedos. Esta incrível simetria torna a possibilidade de que a "deformidade" possa ter sido conseqüência de alguma doença, ou anomalia genética, quase nula.
Existem ainda várias outras disparidades entre este crânio e o de um humano, como por exemplo, a localização do ouvido interno.
Em humanos, o ouvido interno é usado para nos ajudar a determinar o que esta para cima, ou para baixo, para esquerda ou para a direita, e para nosso equilíbrio. Ele é essencial para nossa existência na gravidade deste planeta. No crânio Starchild, existe um enorme ouvido interno, muito maior do que o humano.
Assim, esta explicação também foi abandonada.
De notar também a capacidade volumétrica do crânio Starchild que é de aproximadamente 1600 centímetros cúbicos, é maior que a de um ser humano.
Mas o que realmente importa é testar o DNA. Ainda que todas estas deformidades fossem desconhecidas da ciência, o caso ficaria encerrado se o DNA retirado do crânio fosse humano.
Testes foram feitos em 2003 e logo fatos estranhos surgiram. Em um dos testes, uma parte do crânio "starchild" foi colocado em um tubo de ensaio contendo o ácido usado normalmente. Uma semana depois, o osso humano dissolveu-se, mas o mesmo não aconteceu com a amostra proveniente do crânio Starchild. Um mês depois, o osso permanecia intacto. Só com a ação do poderoso detergente chamado "Tween 20" isso aconteceu.
Os resultados foram surpreendentes. Mesmo antes que o DNA pudesse ser extraído, a equipe já havia obtido descobertas inesperadas. A grossura do crânio era anormal para ser de um humano, e o grau de resistência era muito maior. A constituição era mais similar à de esmalte de dentes. E ainda, quando visto sob um microscópio, fibras entrelaçadas foram encontradas. Isto nunca foi detectado anteriormente em outros ossos.
Em ambas as amostras foram analisadas tanto o DNA nuclear, quanto o mitocondrial.
Os últimos resultados dos testes de DNA nuclear do crânio Starchild foram impactantes: depois de 6 tentativas, não foi possível extrairem-se os marcadores provenientes de humanos.
Alguns dos fragmentos extraídos do teste nuclear do DNA mostraram-se diferentes de tudo o que se conhece na Terra! A conclusão aponta para o seguinte: a mãe era humana, mas os genes paternos não pertencem a nenhuma espécie conhecida!
O que diz Pye sobre o assunto?
"Estes resultados têm sido comprovados várias vezes, e alguns fragmentos diferentes têm sido identificados, os quais não combinam no banco de dados de qualquer coisa conhecida. Apesar disso, os cépticos ainda serão obrigados, devido às suas posições [no âmbito científico], a tentar desbancar este processo como algum tipo de erro, porque em seus pontos de vista isto simplesmente não pode ser verdadeiro."
"Por sorte, seus ruidosos protestos podem ser facilmente superados com a repetição contínua dos resultados, descobrindo cada vez mais fragmentos similares na biblioteca que irá ser criada a partir do DNA do Starchild. Isto é o que o geneticista está confiante que acontecerá durante os próximos meses e anos – nada mais do que a verificação de que uma significante parte do genoma Starchild não é encontrado na Terra."
O resultado dos testes de DNA realizados em 2010:
Site de Lloyd Pye: http://www.lloydpye.com/index.htm
Entrevista a Lloyd Pye (2010, em inglês):
Nota: a outra matéria será publicada durante a semana. Trata-se de uma descoberta feita em África que vem corrobar as traduções dos textos Sumérios realizadas pelo saudoso Zecharia Sitchin.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Video: I, Pet Goat II
Brevemente farei a minha interpretação sobre este video repleto de simbologia.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
O caso do telefonema misterioso (Área 51)
Nos EUA existia um programa de rádio chamado "Art Bell Show" que tratava de assuntos sobre OVNI´s, conspirações,etc.
No dia 11 de setembro de 1997, o tema era a "Área 51". O radialista de então, Art Bell, abriu o "talk show" para que os ouvintes interviessem. A dado momento, alguém liga para o programa...
Meses mais tarde, o suposto autor dessa ligação afirma que tudo não passou de uma brincadeira e faz uma imitação para provar a sua identidade.
Mas, como se viu no primeiro video, a transmissão foi cortada abruptamente. Do estúdio, a transmissão seguia para o satélite de comunicações GE-1 que perdeu seu sinal com a Terra, indo a uma posição em que 50 canais ficaram sem comunicação por 30 minutos. Logo depois, o programa na Internet também perdeu o sinal.
Ao constatar que a ligação com o satélite GE-1 estava perdida, o apresentador continuou a transmissão via linha digital, telefônica, de 56Kb. Uma das pessoas que ligaram logo após o incidente informou que era segurança da Área 51: “Meu trabalho é o de fechar espaços. A rede foi tirada do ar por um ‘pulso’. "Quero dizer que a pessoa que estava falando antes não será mais ouvida”.
O que ele diz ser um ‘pulso’ é o efeito do pulso eletromagnético (EMP) que sobrecarrega equipamentos eletrônicos em uma área alvo. A partir daí, a celeuma se formou em torno do Art Bell Show, e vários ouvintes ligaram para confirmar. Um engenheiro em rádio freqüência do Hughes Aerospace, no Arizona, e especialista em escudos contra EMP, afirmou ter sofrido reflexos do pulso: seu computador e relógio digital ficaram em branco.
Ainda que a ligação tenha sido uma brincadeira, o sucedido permanece um mistério.
(fonte)
No dia 11 de setembro de 1997, o tema era a "Área 51". O radialista de então, Art Bell, abriu o "talk show" para que os ouvintes interviessem. A dado momento, alguém liga para o programa...
Meses mais tarde, o suposto autor dessa ligação afirma que tudo não passou de uma brincadeira e faz uma imitação para provar a sua identidade.
Mas, como se viu no primeiro video, a transmissão foi cortada abruptamente. Do estúdio, a transmissão seguia para o satélite de comunicações GE-1 que perdeu seu sinal com a Terra, indo a uma posição em que 50 canais ficaram sem comunicação por 30 minutos. Logo depois, o programa na Internet também perdeu o sinal.
Ao constatar que a ligação com o satélite GE-1 estava perdida, o apresentador continuou a transmissão via linha digital, telefônica, de 56Kb. Uma das pessoas que ligaram logo após o incidente informou que era segurança da Área 51: “Meu trabalho é o de fechar espaços. A rede foi tirada do ar por um ‘pulso’. "Quero dizer que a pessoa que estava falando antes não será mais ouvida”.
O que ele diz ser um ‘pulso’ é o efeito do pulso eletromagnético (EMP) que sobrecarrega equipamentos eletrônicos em uma área alvo. A partir daí, a celeuma se formou em torno do Art Bell Show, e vários ouvintes ligaram para confirmar. Um engenheiro em rádio freqüência do Hughes Aerospace, no Arizona, e especialista em escudos contra EMP, afirmou ter sofrido reflexos do pulso: seu computador e relógio digital ficaram em branco.
Ainda que a ligação tenha sido uma brincadeira, o sucedido permanece um mistério.
(fonte)
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