Palestra dada por Haramein em julho de 2010. Tradução em espanhol.
A Crise Econômica, Projetos Secretos, UFO's, Profecias, Fim dos Tempos, Nova Ordem Mundial, 2012, Web Bot e o Universo. O Ciclo Final está sempre em busca de informações relevantes. Fique atento(a) às novidades!
sábado, 24 de setembro de 2011
Sol: grande explosão solar classe X1.4
Atualização: outra explosão classe X1.9 - dia 24 de Setembro.
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Atualização: uma explosão de classe X e múltiplas outras de classe M.
As 10 maiores explosões solares do Ciclo 24
(5 delas aconteceram nos últimos 2 meses):
X6.9 - Aug 9, 2011 (1263)
X2.2 - Feb 15, 2011 (1158)
X2.1 - Sept 6, 2011 (1283)
X1.8 - Sept 7, 2011 (1283)
X1.5 - March 9 , 2011 (1166)
X1.4 - Sept 22, 2011 (1302)
M9.3 - Aug 4, 2011 (1261)
M9.3 - July 30, 2011 (1260)
M8.3 - Feb 6, 2010 (1045)
M6.6 - Feb 13, 2011 (1158)
(fonte)
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
CERN: descoberta pode abalar as leis da física
Partículas quebram a velocidade da luz!
A confirmar-se, cai um dos postulados da física. De acordo com Einstein, nada viaja mais rápido que a luz. Bom...até agora. Uma partícula sub-atómica chamada Neutrino viajou 60 nano segundos mais rápido que a própria luz.
Segue a notícia da agência Reuters:
Antonio Ereditato, porta-voz dos pesquisadores, disse à Reuters que os registros dos últimos 3 anos mostraram que os neutrinos viajam mais rápido que a luz.
"Temos grande confiança nos nossos resultados. Verificámos várias vezes pois algo podia ter distorcido os nossos registros, mas nada encontrámos.", disse. "Queremos agora que os nossos colegas verifiquem estes registros de forma independente."
Confirmando-se estes resultados, a constante cósmica de Einstein será colocada em causa. "É uma pequena diferença," disse Ereditato, "mas é incrivelmente importante. A descoberta é tão surpreendente, que por agora, todos devem ser muito prudentes. Nem quero pensar nas implicações que isto causa."
(fonte)
Relembrando John Titor: o suposto viajante do tempo predisse também que os fundamentos das viagens no tempo seriam desvendados no CERN!
A confirmar-se, cai um dos postulados da física. De acordo com Einstein, nada viaja mais rápido que a luz. Bom...até agora. Uma partícula sub-atómica chamada Neutrino viajou 60 nano segundos mais rápido que a própria luz.
Segue a notícia da agência Reuters:
Antonio Ereditato, porta-voz dos pesquisadores, disse à Reuters que os registros dos últimos 3 anos mostraram que os neutrinos viajam mais rápido que a luz.
"Temos grande confiança nos nossos resultados. Verificámos várias vezes pois algo podia ter distorcido os nossos registros, mas nada encontrámos.", disse. "Queremos agora que os nossos colegas verifiquem estes registros de forma independente."
Confirmando-se estes resultados, a constante cósmica de Einstein será colocada em causa. "É uma pequena diferença," disse Ereditato, "mas é incrivelmente importante. A descoberta é tão surpreendente, que por agora, todos devem ser muito prudentes. Nem quero pensar nas implicações que isto causa."
(fonte)
Relembrando John Titor: o suposto viajante do tempo predisse também que os fundamentos das viagens no tempo seriam desvendados no CERN!
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Universo: a imensidão do espaço
Dedicado a nós, seres microscópicos que habitam num grão de poeira algures no Universo...
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Satélite desgovernado: lixo espacial pode cair no Brasil
Cálculos de decaimento orbital mostram que o satélite científico UARS deverá iniciar a fase nominal da reentrada no dia 23 de setembro, às 16h00 pelo horário de Brasília. Se a previsão se confirmar, o satélite de 6 toneladas iniciará a ruptura sobre o leste da Nova Zelândia, atingindo o território brasileiro 28 minutos depois.
Os cálculos foram feitos pelo Apolo11, baseado nos últimos elementos orbitais disponíveis na manhã de segunda-feira (19/set) e concordam com a data central de início da queda divulgada pelo Comando Estratégico de Operações Espaciais da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia, que está monitorando a reentrada do satélite.
Mais conservadora e baseada nesses mesmos dados, a agência espacial americana, Nasa, divulgou nesta segunda-feira o boletim número 4. Nele, a agência confirma a data central para o dia 23 de setembro, mas admite que a reentrada poderá adiantar ou atrasar em 1 dia.
A tolerância da agência americana para a data de reentrada é devido à necessidade de novas avaliações sobre as condições do fluxo solar, que pode aumentar ou diminuir a densidade das altas camadas da ionosfera, retardando ou adiantando a queda do satélite.
Se o instante da reentrada calculado pelo Apolo11 se confirmar, o satélite iniciará o ponto de ruptura sobre o leste da Nova Zelândia às 16h00 pelo horário de Brasília e cruzará o sul do Pacífico Oriental durante 19 minutos entre as latitudes 30s e 60s, até tocar a borda da Patagônia Chilena, na América do Sul. Em seguida os detritos espaciais cruzarão durante 4 minutos o cone sul em direção à Argentina.
Às 16h23 os fragmentos iniciam sua jornada pelo território brasileiro, cruzando o país desde o Rio Grande do Sul até o Rio Grande do Norte, onde finaliza a passagem às 16h33.
Antes ou depois
Se a reentrada ocorrer às 16h00 do dia 22, o trajeto dos fragmentos será o mesmo, mas o satélite reentrará sobre o céu da Mongólia e os detritos poderão não ser mais vistos sobre o Brasil. O mesmo vale se a reentrada ocorrer no dia 24, mas neste caso o satélite iniciará a ruptura sobre o Rio de Janeiro, com possível queda de fragmentos sobre o oceano Atlântico até o norte da África.
Atenção:
As simulações apresentadas se baseiam em dados divulgados até a manhã de segunda-feira e mostram três cenários possíveis considerando-se a ruptura nominal às 16h00, de acordo com o programa usado para o cálculo. No entanto, outros fatores poderão influenciar e alterar esse horário, principalmente as variações do fluxo solar, que ainda estão sendo avaliadas.
Mesmo com as incertezas desse tipo de cálculo, é possível que restos de lixo espacial de fato sejam vistos sobre o Brasil nas datas apresentadas, por isso é importante lembrar que caso algum fragmento seja encontrado, o melhor a fazer é não tocar no objeto e ligar para a polícia ou Defesa Civil de sua cidade.
Segundo as autoridades espaciais dos EUA, a possibilidade de um desses fragmentos atingir alguma pessoa ou propriedade é extremamente baixa e nunca houve qualquer relato de vítima desde o começo da era espacial, nos anos de 1950. Dados estatísticos mostram que a chance de alguma pessoa ser atingida por algum fragmento desse tipo é da ordem de 1 em 3200.
fonte:
Os cálculos foram feitos pelo Apolo11, baseado nos últimos elementos orbitais disponíveis na manhã de segunda-feira (19/set) e concordam com a data central de início da queda divulgada pelo Comando Estratégico de Operações Espaciais da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia, que está monitorando a reentrada do satélite.
Mais conservadora e baseada nesses mesmos dados, a agência espacial americana, Nasa, divulgou nesta segunda-feira o boletim número 4. Nele, a agência confirma a data central para o dia 23 de setembro, mas admite que a reentrada poderá adiantar ou atrasar em 1 dia.
A tolerância da agência americana para a data de reentrada é devido à necessidade de novas avaliações sobre as condições do fluxo solar, que pode aumentar ou diminuir a densidade das altas camadas da ionosfera, retardando ou adiantando a queda do satélite.
Se o instante da reentrada calculado pelo Apolo11 se confirmar, o satélite iniciará o ponto de ruptura sobre o leste da Nova Zelândia às 16h00 pelo horário de Brasília e cruzará o sul do Pacífico Oriental durante 19 minutos entre as latitudes 30s e 60s, até tocar a borda da Patagônia Chilena, na América do Sul. Em seguida os detritos espaciais cruzarão durante 4 minutos o cone sul em direção à Argentina.
Às 16h23 os fragmentos iniciam sua jornada pelo território brasileiro, cruzando o país desde o Rio Grande do Sul até o Rio Grande do Norte, onde finaliza a passagem às 16h33.
Antes ou depois
Se a reentrada ocorrer às 16h00 do dia 22, o trajeto dos fragmentos será o mesmo, mas o satélite reentrará sobre o céu da Mongólia e os detritos poderão não ser mais vistos sobre o Brasil. O mesmo vale se a reentrada ocorrer no dia 24, mas neste caso o satélite iniciará a ruptura sobre o Rio de Janeiro, com possível queda de fragmentos sobre o oceano Atlântico até o norte da África.
Atenção:
As simulações apresentadas se baseiam em dados divulgados até a manhã de segunda-feira e mostram três cenários possíveis considerando-se a ruptura nominal às 16h00, de acordo com o programa usado para o cálculo. No entanto, outros fatores poderão influenciar e alterar esse horário, principalmente as variações do fluxo solar, que ainda estão sendo avaliadas.
Mesmo com as incertezas desse tipo de cálculo, é possível que restos de lixo espacial de fato sejam vistos sobre o Brasil nas datas apresentadas, por isso é importante lembrar que caso algum fragmento seja encontrado, o melhor a fazer é não tocar no objeto e ligar para a polícia ou Defesa Civil de sua cidade.
Segundo as autoridades espaciais dos EUA, a possibilidade de um desses fragmentos atingir alguma pessoa ou propriedade é extremamente baixa e nunca houve qualquer relato de vítima desde o começo da era espacial, nos anos de 1950. Dados estatísticos mostram que a chance de alguma pessoa ser atingida por algum fragmento desse tipo é da ordem de 1 em 3200.
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