A Crise Econômica, Projetos Secretos, UFO's, Profecias, Fim dos Tempos, Nova Ordem Mundial, 2012, Web Bot e o Universo. O Ciclo Final está sempre em busca de informações relevantes. Fique atento(a) às novidades!
sexta-feira, 8 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
O inexplicável desaparecimento das abelhas

Sem fazer alarde nem deixar pistas, abelhas de diversas regiões do planeta estão desaparecendo. Elas saem em busca de néctar e pólen e não retornam mais às suas colméias. Esse misterioso sumiço tem sido notado, nos últimos anos, nos Estados Unidos, no Canadá, em países da Europa e até no Brasil.
O problema é grave. Em termos ambientais, as abelhas são importantes polinizadores naturais. Ao levar o pólen de uma flor a outra, elas induzem a formação de frutos e sementes. Ou seja, são protagonistas na reprodução das plantas.
Em termos econômicos, esses insetos são os mais tarimbados produtores de mel na natureza. Além disso, são cada vez mais empregados na agricultura, polinizando lavouras de abacate, maçã, laranja, amêndoa e cenoura, por exemplo.
O sumiço das abelhas veio à tona no ano passado, nos EUA e no Canadá. No último outono do Hemisfério Norte, criadores que alugam enxames para agricultores se assustaram com um desaparecimento acima da média. Em poucos meses, o problema dizimou abelhas em metade dos 50 Estados americanos e em três províncias canadenses. Apicultores chegaram a perder 90% de suas colméias.
Para uma melhor dimensão do estrago, o biólogo americano Edward O. Wilson amplia o mundo dos insetos à escala humana. “De certa maneira, é o Katrina da entomologia”, comparou ele, que é professor da Universidade Harvard, ao jornal Washington Post, citando o furacão que há dois anos matou pelo menos 1,5 mil pessoas nos EUA.
Os americanos batizaram o esvaziamento das colméias de desordem do colapso das colônias (CCD, na sigla em inglês). As razões da alta mortalidade, porém, continuam desconhecidas. Os cientistas estão correndo atrás de uma resposta, mas ainda não conseguiram passar das hipóteses. Talvez seja a intoxicação por inseticidas - cada vez mais usados na agricultura -, talvez a infecção por vírus e ácaros. Diante do mistério, não se descarta nem mesmo a radiação dos telefones celulares.
“Quando uma abelha melífera encontra algo interessante, o grupo inteiro vai junto. É por isso que é tão vulnerável, mais que uma abelha nativa”, explica o biólogo americano David De Jong, doutor em entomologia pela Universidade Cornell e professor de genética na Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto.
Uma das dificuldades para apontar a origem da CCD é o fato de as abelhas sem vida serem encontradas dispersas, bem longe das colméias.
(fonte)
Veja o documentário: Silêncio das abelhas
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Um intrigante asteroide em órbita retrógrada

A descoberta de um asteroide com dois a três quilômetros de largura numa órbita em sentido contrário (retrógrada) tem deixado aos astrônomos intrigados. O bólido passará mais perto da Terra que nenhum outro objeto em órbita "retrógrada", e os astrônomos dizem que o objeto deveria ter sido melhor observado antes.
O objeto, conhecido como 2009 HC82 foi descoberto pelo Estudo do Céu Catalina, no Arizona, Estados Unidos, na manhã de 29 de abril de 2009.
A partir das observações de sua posição por parte de cinco grupos diferentes, Sonia Keys do Centro de Planetas Menores da União Astronômica Internacional (IAU) calcula que o pequeno astro orbita o Sol a cada 3,39 anos, percorrendo um caminho que perfaz menos de 3,5 milhões de quilômetros da órbita terrestre. Combinado com seu tamanho, isto faz que o 2009 HC82 seja considerado um asteroide potencialmente perigoso.
O que é realmente atípico é que a órbita calculada está inclinada 155° com relação ao plano da órbita terrestre. Isto significa que, quando ele orbita ao Sol, em realidade viaja em sentido contrário, se comparado com a órbita dos planetas. O 2009 HC82 é o vigésimo asteroide em uma órbita retrógrada conhecido. Ele faz parte de um grupo muito raro, no entanto, nenhum dos demais se aproxima tanto da Terra.
Os cometas, que se originam além dos limites exteriores do Sistema Solar, são bem mais prováveis de transitarem em órbitas retrógradas do que os asteroides. Em parte, isto se deve a que as estrelas ou planetas que estão de passagem podem “empurrá-los” gravitacionalmente para fora de suas órbitas originais e leva-los a caminhos incomuns, lançando-os ao Sistema Solar interior, onde temos a oportunidade de detecta-los.
Alguns asteroides retrógrados podem ser cometas queimados, diz Brian Marsden do Centro de Planetas Menores. O tamanho e a forma da órbita do novo asteroide "é muito similar à do cometa Encke, exceto por sua inclinação", ainda que não mostre sinais de uma cauda de cometa, disse Marsden a New Scientist.
A órbita calculada é a que melhor se encaixa com as observações disponíveis, porém, pequenos erros observacionais podem fazer uma grande diferença nos cálculos. "Estaria mais contente se tivéssemos realizado algumas observações a mais", afirma Marsden.
O asteroide está situado agora além de Marte, mas devido à sua órbita, periodicamente ele é trazido para bastante próximo à Terra. "Deveria ter sido facilmente observável em 2000", diz Marsden. "Mas então, por que não o vimos?" Ele espera que novas observações ajudem a responder esta pergunta.
(fonte)
sábado, 2 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)