A Operação Prato (ver matéria) foi o nome dado a uma operação realizada pela Força Aérea Brasileira em 1977, através do seu Comando Aéreo Regional em Belém, para verificar a ocorrência de estranhos fenômenos envolvendo luzes hostis relatados pela população do município de Colares, estado do Pará, Brasil.
Os videos seguintes mostram o depoimento final do Coronel Hollanda:
A Crise Econômica, Projetos Secretos, UFO's, Profecias, Fim dos Tempos, Nova Ordem Mundial, 2012, Web Bot e o Universo. O Ciclo Final está sempre em busca de informações relevantes. Fique atento(a) às novidades!
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Documentário: Operação Prato - Linha Direta
A Operação Prato foi a maior investigação ufológica já realizada por órgãos governamentais no Brasil. Durante quase quatro meses a Força Aérea Brasileira através do I Comar (Comando Aéreo Regional) disponibilizou agentes militares para investigarem estranhas manifestações de objetos voadores não identificados.
O fenômeno, segundo relato das vítimas, emitia um feixe luminoso, que as deixava em estado de inanição. A população apelidou o misterioso movimento de luzes de "Chupa-chupa", pois havia a crença de que o feixe luminoso sugava o sangue das pessoas. Assustadas e desprotegidas, muitas famílias optaram pela fuga. Porém, parte da população decidiu enfrentar o desconhecido. Os moradores armaram-se com paus, pedras, velhas espingardas e terçados e passavam as noites em vigília, aguardando a aparição das luzes.

Para tentar evitar a aproximação do objeto, acendiam fogueiras, batiam em latas, apitavam e soltavam fogos de artifício. Impotentes diante de tanta desordem, os prefeitos da região pediram ajuda às Forças Armadas. Daí surgiu a misteriosa Operação Prato.
A missão era sigilosa e durou oficialmente apenas quatro meses. O cancelamento, sem qualquer tipo de explicação, frustrou o então capitão Uyrangê Bolívar Soares de Hollanda Lima e sua equipe, que estavam, na opinião deles, obtendo avanços notáveis. Segundo Hollanda, os militares não viram apenas luzes, mas naves espaciais gigantescas, que teriam sido filmadas e fotografadas pela equipe.

Em outubro de 1997, Hollanda, então coronel reformado, teria se suicidado no Rio de Janeiro, enforcando-se com o cordão do seu roupão. Sua estranha morte é mais um ingrediente misterioso dessa fantástica história.

O Documentário tem a duração de 44 minutos.
O fenômeno, segundo relato das vítimas, emitia um feixe luminoso, que as deixava em estado de inanição. A população apelidou o misterioso movimento de luzes de "Chupa-chupa", pois havia a crença de que o feixe luminoso sugava o sangue das pessoas. Assustadas e desprotegidas, muitas famílias optaram pela fuga. Porém, parte da população decidiu enfrentar o desconhecido. Os moradores armaram-se com paus, pedras, velhas espingardas e terçados e passavam as noites em vigília, aguardando a aparição das luzes.

Para tentar evitar a aproximação do objeto, acendiam fogueiras, batiam em latas, apitavam e soltavam fogos de artifício. Impotentes diante de tanta desordem, os prefeitos da região pediram ajuda às Forças Armadas. Daí surgiu a misteriosa Operação Prato.
A missão era sigilosa e durou oficialmente apenas quatro meses. O cancelamento, sem qualquer tipo de explicação, frustrou o então capitão Uyrangê Bolívar Soares de Hollanda Lima e sua equipe, que estavam, na opinião deles, obtendo avanços notáveis. Segundo Hollanda, os militares não viram apenas luzes, mas naves espaciais gigantescas, que teriam sido filmadas e fotografadas pela equipe.

Em outubro de 1997, Hollanda, então coronel reformado, teria se suicidado no Rio de Janeiro, enforcando-se com o cordão do seu roupão. Sua estranha morte é mais um ingrediente misterioso dessa fantástica história.

O Documentário tem a duração de 44 minutos.
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