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terça-feira, 26 de maio de 2009

Israel lança o aviso



"Se Israel não elimina a ameaça Iraniana, mais ninguém o fará.", disse o Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu na 2ª feira.

"Israel não é como os outros países.";"Enfrentamos desafios de segurança como nenhum outro país, e a nossa necessidade de providenciar uma resposta para isto é crítica, e estamos respondendo."

"Estes não são tempos normais. O perigo está à nossa volta? O real perigo é desvalorizar a ameaça.";"O meu trabalho é assegurar o futuro do estado de Israel... o trabalho do líder é eliminar o perigo. Quem o eliminará? Nós mesmos ou ninguém o fará"

"A nossa relação com os EUA é de grande importância";"A nossa situação atual é diferente da de 1996-1999. O Ministro da Defesa e eu estamos trabalhando em conjunto."

(fonte)


O Exército Israelense está em treinamento por todo o país, sinalizando a sua intenção para um possível ataque ao Irã, admitindo que isso possa gerar uma guerra total na região.

O exercício "Ponto de Viragem 3" começará no dia 31 de Maio e durará 5 dias. Forças Israelenses, militares e civis, simularão uma guerra contra o Hamas, Hezbollah, Síria e Irã.

Na semana passada, a Força Aérea de Israel fez exercícios militares durante 3 dias, simulando situações de ataques aéreos e misseis vindos de países vizinhos -- um claro aviso para os inimigos na região: a Síria e o Irã.

(fonte)

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Irã testa míssil de longo alcance



O Irã testou um míssil sofisticado na quarta-feira (20), capaz de atingir Israel e partes da Europa Ocidental, aumentando a preocupação de que o ritmo do programa de desenvolvimento de armas do Irã está superando em muito o da diplomacia liderada pelos norte-americanos, que o presidente Barack Obama disse que deixará desenrolar até o final do ano.

O míssil Sejil-2 de combustível sólido usou uma tecnologia que o Irã parece ter testado pelo menos uma vez antes, mas o governo Obama ainda assim descreveu o evento como "significativo", em grande parte porque mísseis deste tipo podem ser movidos ou escondidos com relativa facilidade.

O Pentágono confirmou que o teste do míssil foi um sucesso, e Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã, disse que o míssil "atingiu exatamente o alvo", segundo a agência de notícias oficial do Irã.

Ahmadinejad está disputando a reeleição no próximo mês, o que levanta a questão sobre se o momento do lançamento faz parte de seu esforço para se retratar como sendo o líder que está reafirmando o papel do Irã como potência no Oriente Médio.

O presidente iraniano tem feito campanha na província onde ocorreu o lançamento e prometeu que "no futuro próximo, nós lançaremos foguetes ainda maiores com alcance ainda maior". Ele disse a uma multidão que com seu programa nuclear, o Irã está enviando ao Ocidente a mensagem de que "a República Islâmica do Irã está comandando o show", segundo traduções de sua aparição na televisão iraniana.

Seu alcance é comparável ao do Shahab III de combustível líquido, que o Irã obteve da Coreia do Norte. Mas um foguete de combustível sólido, disseram os especialistas, pode ser armazenado nas montanhas, deslocado e remontado, e disparado rapidamente, sendo, portanto, mais difícil de se transformar em alvo de Israel e de outros países.

Najar disse na quarta-feira que o Sejil-2, a versão envolvida no mais recente lançamento, difere da versão anterior do Sejil por ser "equipado com um novo sistema de navegação, assim como sensores mais precisos e sofisticados", segundo a agência de notícias oficial do Irã.

Charles P. Vick, um especialista em foguetes iranianos da GlobalSecurity.org, um grupo privado de pesquisa em Alexandria, Virgínia, disse que o lançamento faz parte de um esforço iraniano mais amplo para desenvolver mísseis de combustível sólido. A versão anterior do Sejil foi disparada no final do ano passado. Vick disse que os iranianos agora começaram a posicionar os mísseis como armas militares.

Vick acrescentou que o teste de Teerã disparou um míssil de alcance ainda mais longo que usava combustível sólido, o Ashura, no final de 2007 e várias vezes depois.

"Eles estão projetando toda uma família de sólidos para substituir seus líquidos", ele disse em uma entrevista.

É esta transição que chamou a atenção da Casa Branca. "Eu acho que é um desenvolvimento técnico significativo", disse Gary Samore, o alto funcionário para controle de armas e segurança nuclear de Obama, em uma apresentação na Associação de Controle de Armas, em Washington. "Do ponto de vista da mobilidade, é muito mais fácil de deslocar."

(fonte)

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Obama adverte Israel para não atacar o Irã

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, enviou um emissário especial ao primeiro ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, para adverti-lo a não atacar o Irã, segundo informações publicadas nesta quinta-feira pelo jornal israelense Haaretz.

A informação foi divulgada depois de vários pronunciamentos de líderes políticos e militares de Israel, que indicariam a intenção israelense de atacar o Irã para impedir que o país produza uma bomba nuclear.

Segundo a manchete do jornal Haaretz, Obama resolveu não esperar até seu encontro com o premiê Netanyahu - marcado para a semana que vem, em Washington - e enviou de maneira secreta e urgente o emissário especial para advertir o governo israelense "que não surpreenda os Estados Unidos com uma operação militar contra o Irã".

O medo de que a existência do Estado de Israel pudesse estar em risco por causa do programa nuclear iraniano foi um dos principais temas da campanha eleitoral de Netanyahu que, desde que assumiu o cargo de primeiro-ministro, vem repetindo que "fará tudo o que for necessário para impedir um segundo Holocausto".

Segundo o analista Aluf Ben, "Netanyahu realmente acredita" que o perigo iraniano é semelhante a um "segundo Holocausto". Ben também afirmou que o premiê diz isso não apenas para a mídia, mas também em "salas fechadas, para as pessoas mais próximas".

A imprensa local e internacional vêm divulgando informações sobre treinamentos militares da Força Aérea israelense para um suposto ataque ao Irã.

Segundo o semanário frances L'Express, aviões da Força Aérea israelense realizaram operações na região do estreito de Gibraltar - que incluíram abastecimento de combustível durante o voo - "para se preparar para atacar as instalações nucleares do Irã".

As autoridades israelenses não confirmaram nem desmentiram a informação do semanário francês. O chefe do Estado Maior do Exército israelense, general Gabi Ashkenazi, declarou, no dia da memória aos soldados mortos nas guerras de Israel, que o Exército está pronto para qualquer ação que seja necessária, "inclusive contra alvos distantes".

O uso da palavra "distantes" por Ashkenazi foi interpretado como uma referência ao Irã. O Comando da Retaguarda do Exército israelense anunciou para o próximo mês de junho "o maior treinamento da retaguarda já realizado na história do país".

O treinamento deverá incluir todos os habitantes de Israel, que serão instruídos pelas autoridades sobre como agir caso haja ataques de mísseis contra o território israelense.

Todos os habitantes receberão informações sobre os abrigos antiaéreos mais perto de suas residências e, em cada região, os moradores serão informados de quantos minutos ou segundos terão para procurar o abrigo mais seguro possível, caso sejam lançados mísseis contra o território israelense.

(fonte)

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Exército israelense prepara ataque ao Irã



O Exército de Israel prepara um ataque militar contra as instalações nucleares iranianas, no caso de uma determinação do governo liderado pelo novo primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu. A informação foi divulgada neste sábado pelo jornal britânico "The Times".

"Israel quer ter a certeza de que se o Exército receber autorização, poderá atacar o Irã em poucos dias, inclusive horas. [Israel] se prepara em todos os níveis para esta eventualidade. A mensagem ao Irã é que a ameaça não é apenas verbal", informou uma fonte do ministério da Defesa israelense ao "Times".

De acordo com o "Times", as autoridades israelenses consideram que os alvos no Irã podem ser dezenas, incluindo comboios móveis. Entre eles estão Natanz (no leste do país), onde milhares de centrífugas enriquecem urânio, Ispahan (centro) com túneis repletos de 250 toneladas de gás, e Arak (leste), onde o Irã monta um reator de água pesada para produzir plutônio.

"Não faríamos ameaças sem ter os meios para cumprir. Recentemente, tivemos progressos, várias operações de preparação que indicam uma vontade de Israel em atuar", informou ao jornal uma fonte ligada aos serviços de inteligência.

(fonte)

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Força Aérea Israelita pronta para atacar o Irã



O Comandante da Força Aérea Israelita, Ido Nehushtan, afirma que estão preparados para cumprir a ordem de ataque ás instalações nucleares Iranianas.

“O IAF é uma força muito robusta e flexível … preparada para fazer o que for preciso” , disse Nehushtan ao jornal Der Spiegel na 3ª feira. Contudo, um ataque contra o Irã "é uma decisão politica" e não tem nada a ver com a capacidade militar de Israel.

Tel Aviv e Washington acusam repetidamente o Irã de prosseguir com o seu programa nuclear para fins militares o que é negado pela Républica Islâmica. Israel não descarta qualquer possibildade para prevenir que o Irã desenvolva uma arma nuclear, insistindo que o uso da força militar é uma opção legitima.

“[Um ataque] não é o fim do jogo. Então, seguidamente, devemos levar a cabo uma operação militar viável, tendo como objectivo as instalações que servem ao regime e não permitir que ele se reabilite.” O Irã tem avisado Israel e outros Países para as consequências caso um ataque seja realizado.

O Comandante do Exército Iraniano, Ataollah Salehi, disse na 3ª feira que o Irã "infligirá uma derrota humilhante aos agressores com toda a nossa raiva. As super-potências deviam saber que o Irã está consciente dos segredos dos Países agressores."

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Israel alerta Obama para perigos do diálogo com Irã

Israel disse na quinta-feira que a disposição do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, para dialogar com o Irã pode ser vista pelo Oriente Médio como um sinal de fraqueza.

"Vivemos em uma região na qual, às vezes, o diálogo - em uma situação em que você já aplicou sanções e depois muda para o diálogo - pode ser interpretado como sinal de fraqueza", disse a ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, quando questionada por uma rádio sobre a mudança de política em relação ao Irã no governo de Obama.

Livni foi a primeira pessoa importante do governo israelense a fazer comentários dissonantes sobre Obama desde a vitória do democrata nas eleições norte-americanas, na terça-feira.

Questionada se apóia ao diálogo entre Estados Unidos e Irã, Livni afirmou: "a resposta é não".

Livni, que lidera o partido centrista Kadima para as eleições parlamentares de 10 de fevereiro, também disse que "o cerne da questão" é que os Estados Unidos, sob o comando de Obama, "também não estão dispostos a aceitar um Irã nuclear".

Obama disse que endurecer as sanções aplicadas ao Irã, mas não descartou a possibilidade de dialogar diretamente com os adversários dos Estados Unidos para resolver impasses como as ambições nucleares iranianas.

O Ocidente acredita que o programa de enriquecimento de urânio no Irã tem objetivo de desenvolver bombas atômicas, acusação que Teerã nega.

Israel, provavelmente o único país a ter um arsenal atômico no Oriente Médio, disse que o programa nuclear iraniano é uma ameaça à sua existência e que considera todas as opções (inclusive a força) para conter o rival.

fonte: agência Reuters

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Os sinais de aviso para a Guerra



Passos estratégicos e preparativos estão sendo tomados. Tudo está a ser feito com o mínimo de publicidade mas os planos estão a ser delineados para os eventos finais.

Um dos primeiros sinais veio em meados de Outubro quando militares de alta patente se reuniram em Adirondacks, nos EUA. Não foi uma reunião de rotina. Os militares vieram da França, Alemanha, Itália e Inglaterra para se reunirem com membros do Exército dos EUA numa isolada reserva florestal localizada no norte de Nova Iorque na tentativa de passarem despercebidos.

O tema principal foi o Irã. Foram discutidos planos de um ataque militar concertado e de resposta no caso de ser Israel a dar o 1º passo.

Biden, o candidato a Vice Presidente disse em 19 de Outubro que se Obama fosse eleito, seria colocado á prova logo no início do seu mandato.
"Escrevam o que vos digo", disse Biden enfaticamente. "Não demorará 6 meses antes que o mundo teste Barack Obama tal como aconteceu com John Kennedy... olhem. Teremos uma crise internacional, uma crise gerada, para testar-lhe a vivacidade."

Como Biden sabe que Obama enfrentará uma "crise internacional", uma "crise gerada" se ele fôr eleito presidente? Em 2 discursos no mesmo dia ele avisou desta "crise". E mais: como ele sabe quando ela vai ocorrer? O sucesso de um ataque Israelita ao Irã está longe de ser assegurado, o Irã está bem armado e preparado, logo não terão muitas chances se actuarem sozinhos.

Assim, em vez disso, Israel poderá financiar uma intervenção dos EUA quando o Irã retaliar. A partir desse ponto tudo pode acontecer, e o que começa por ser um confronto regional pode resultar num conflito à escala mundial.

Tudo isto me faz lembrar as profecias de Alois Irlmaier(próxima matéria a ser publicada) e também as de Nostradamus entre outras.

Os EUA e os seus aliados ocidentais provavelmente formarão um bloco de apoio a Israel enquanto que o Hezbollah, o exército Mahdi,a Síria e o Paquistão Nuclear se juntarão ao Irã. Tambem a Rússia e até a China desempenharão um papel fulcral.

Dou mais 2 exemplos do que vem por aí, dos muitos que existem:

1)O porta-voz dos Majlis, Ali Larijani avisou que os EUA "pagará o preço" pelos seus ataques a Países Islâmicos. Estas afirmações foram feitas na sequência do ataque dos EUA à Síria. Os EUA têm feito ataques similares contra o Paquistão com o pretexto de combater o terrorismo, matando duzias de inocentes, e "agora foi a vez da Síria".

"O ultimo ataque dos EUA contra a Síria foi outro acto de aventureirismo na região" que concerteza produzirá consequências inesperadas para os EUA", disse Larijani durante uma sessão parlamentar. "Tais ataques e violações da integridade territorial dos países não pode ser tratada com diplomacia", concluiu.

2)Uma proposta indecente - A RAND (Corporação com fins não-lucrativos é uma instituição que ajuda a melhorar as políticas e decisões através da pesquisa e análise; R de research e D de development; R and D resultou em RAND),propôs ao Pentágono que iniciasse uma guerra de forma a salvar a economia dos EUA.

Michael Bayer, presidente dos conselheiros do Pentágono, fez eco das declarações de Biden sobre a "crise internacional" nos primeiros meses da presidência.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A Russia continua a vender armas ao Irã



"Continuaremos a vender armas e equipamento militar exclusivamente para manter o potencial de defesa dos nossos parceiros," afirmou Medvedev.

A Russia entregou recentemente 29 Tor-M1 (sistemas de defesa anti-aérea) a troco de $700 milhões num contrato assinado no final de 2005. Treinou militares para serem especialistas neste sistema, incluindo operadores de radar e comandantes de tripulação.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

A Russia vai entregar equipamento ao Irã



A Russia entregará o equipamento suficiente (cerca de 1000 toneladas) para que o Irã termine a sua Usina Nuclear.

O projeto está sujeito à fiscalização da ONU após a recusa do Irã em suspender o seu programa de enriquecimento de urânio. O Ocidente suspeita de que Teerão está a tentar construir armas nucleares.

domingo, 12 de outubro de 2008

Sinais de aviso de ataque Israelita ao Irã

Alguns conselheiros em Israel temem que, senão atacarem as instalações de enriquecimento nuclear iraniano, durante os próximos meses, enquanto George W. Bush ainda é presidente, não haverá outro período em que eles possam contar com os Estados Unidos dando apoio na sequência de um ataque unilateral.

No mês passado uma notícia no The Guardian afirmou que em 14 de maio, Ehud Olmert, o primeiro-ministro israelense, em uma reunião com Bush, tinha pedido luz verde para atacar as instalações de enriquecimento nuclear do Irã. Fomos informados de que Bush recusou. Ele acreditava que o Irã iria ver os Estados Unidos como estando por detrás de tal ataque e os americanos ficariam sob renovado ataque no Iraque e no Afeganistão. No entanto, é improvável que Israel tenha abandonado a decisão de uma ação unilateral.

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