Na sequência do alerta que eu já tinha feito sobre Obama na publicação A face oculta de Barack Obama, agora foi a vez de Alex Jones lançar um documentário intitulado "A Mentira de Obama".
O documentário está dividido em 11 partes.
A Crise Econômica, Projetos Secretos, UFO's, Profecias, Fim dos Tempos, Nova Ordem Mundial, 2012, Web Bot e o Universo. O Ciclo Final está sempre em busca de informações relevantes. Fique atento(a) às novidades!
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quarta-feira, 25 de março de 2009
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Al-Qaeda critica Obama e pede ataques aos EUA

O número dois da rede terrorista Al-Qaeda, Ayman Al-Zawahri, pediu que os ataques à "América criminosa" continuem mesmo depois da eleição de Barack Obama. Em uma gravação em áudio que veio a público nesta quarta-feira na Internet, o líder critica o democrata por ter traído suas raízes islâmcas.
Al-Zawahri se referiu a Obama usando um termo depreciativo racial para dizer que ele é um negro que age em função dos brancos. Ele chamou Obama de "house negroes", expressão pejorativa usada para definir negros que rejeitam sua cultura. "Obama é o oposto de negros honoráveis" como Malcon X", diz o áudio.
Durante a mensagem em áudio, cuja autenticidade não pôde ser verificada, aparecem imagens de Al-Zawari, Malcon X e de Obama com líderes judeus. No primeiro comentário da Al-Qaeda sobre a vitória de Obama, Al-Zawahri diz que a pretensão de Obama de enviar tropas para o Afeganistão está fadada ao fracasso, porque os afegãos resistirão.
"Saiba que os cachorros do Afeganistão acharam a carne dos seus soldados deliciosa, então continue mandando tropas para eles", provocou. Apesar do discurso, Al-Zawahiri não fez ameaças específicas, mas alertou Obama de que ele enfrentará a "Guerra Santa", que está "renascendo e sacudindo os pilares do mundo islâmico".
Para Al-Zawahiri, o fato de Obama ter chegado ao poder não modifica a política de opressão aos muçulmanos. "Os Estados Unidos têm uma nova face, mas o coração é cheio de ódio. O estímulo a assassinatos, repressão e despostismo continuarão do mesmo jeito", afirmou o número dois da rede terrorista.
Al-Zawahiri afirmou que a vitória de Obama mostra que as políticas de Bush para o Iraque falharam, e que o resultado da eleição foi uma forma de "admitir a derrota" na guerra. No entanto, para ele, o apoio de Obama a Israel durante a campanha significa que o próximo presidente escolheu continuar "hostilizando o mundo islâmico".
As declarações foram divulgadas depois de Obama destacar, durante a campanha eleitoral, "a necessidade de estabilizar o Afeganistão" e se mostrar convencido de que isto demandará um aumento do número de militares no país, que atualmente já supera os 55 mil. A última mensagem de Zawahiri havia sido divulgada em 8 de setembro.
(fonte)
domingo, 16 de novembro de 2008
A face oculta de Barack Hussein Obama - Parte X

Todos os homens que forneceram o dinheiro e a influência para eleger os presidentes dos Estados Unidos, escolhidos pelo CFR, os congressistas, senadores, e aqueles que decidem as indicações dos vários Secretários de Estado, Secretários do Tesouro, de todas as agências federais importantes são membros do CFR, e são membros realmente muito obedientes.
Uma fonte próxima ao presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou à rede CNN que foi oferecido a senadora Hillary Clinton (membro do CFR) o cargo de secretário de Estado,ou seja, as posições chave dos governos são membros do CFR.
Outra importante tarefa do CFR era e é obter o controle completo da grande mídia. O controle da imprensa foi atribuído a Rockefeller. Os Rockefellers também financiaram direta ou indiretamente revistas e jornais. Ao mesmo tempo, o CFR começou a desenvolver e a nutrir uma nova safra de colunistas e editorialistas que se chamavam a si mesmos de "liberais", que proclamavam que "americanismo" é "isolacionismo", que o isolacionismo é o caminho para as guerras, que o anticomunismo é anti-semitismo e racismo.
Tudo isso levou tempo, é claro, não se faz em 2 dias, mas hoje, toda a imprensa, exceto alguns poucos jornais locais de cidades pequenas e semanários publicados por organizações patrióticas, são completamente controlados por marionetes do CFR. Eles precisavam de marionetes no Partido Republicano e no Partido Democrata e, como o controle apenas do homem na Casa Branca não seria suficiente, eles teriam de fornecer a esse homem marionetes treinados para todo o seu gabinete.
Homens para chefiar o Departamento de Estado, o Departamento do Tesouro, o Pentágono, a CIA, etc.. Essas marionetes teriam de ser necessariamente homens ou mulheres de projeção nacional, estimados pelo povo. Veja uma pequena amostra da vasta lista:
D - Democratas, R - Republicanos
John Edwards - CFR (D)
Rudy Giuliani - CFR (R)
Hillary Clinton - CFR (D)
John McCain -- CFR (R)
Barack Obama -- CFR (D)
Mitt Romney -- CFR (R)
Christopher Dodd -- CFR (D)
Fred Thompson -- CFR (R)
Bill Richardson -- CFR (D)
Jim Gilmore -- CFR (R)
Joseph Biden -- CFR (D)
Newt Gingrich -- CFR (R)
É uma conspiração de silêncio entre a mídia para manter o povo americano no escuro sobre o plano do CFR para subverter a Constituição dos EUA e criar um governo mundial único e ditatorial. Em seu discurso de abertura para o encontro secreto do grupo Bilderberger, Alemanha em 1991, David Rockefeller incluiu o reconhecimento: “Estamos gratos a Washington Post, The New York Times, revista Time, e outras publicações cujos diretores têm participado dos nossos encontros e respeitado as suas promessas de silêncio por quase quarenta anos... Seria impossível desenvolvermos o nosso Plano para o mundo se fôssemos sujeitos a luzes fortes da publicidade durante todos estes anos.”
Em 1979, o Senador Barry Goldwater escreve: “O CFR é o ramo americano de uma sociedade que se iniciou na Inglaterra. De caráter internacional, o CFR, junto com o Movimento de União Atlântica, e o Conselho Atlântico dos EUA, prega que as fronteiras nacionais deveriam ser eliminadas e estabelecida uma regra de um único mundo... O que os Trilateralistas verdadeiramente desejam é a criação do poder econômico mundial superior ao governo político das nações-estados envolvidas. Como empresários e criadores do sistema, eles guiarão o mundo... Na minha visão, a Comissão Trilateral representa um hábil esforço coordenado para apoderar-se do controle e consolidar os quatro centros do poder: político, monetário, intelectual, e eclesiástico."
A autora Phyllis Schlafly e o ex-membro do CFR Chester Ward afirmam: “Uma vez determinado pelos membros de CFR que política particular o governo dos EUA deve adotar, uma verdadeira equipe de pesquisa substancial do CFR é colocada a trabalhar para desenvolver argumentos, intelectual e emocional, para apoiar a nova política e para confundir e desacreditar, intelectualmente e politicamente, qualquer oposição...” De acordo com Ward, a metas do CFR é a submersão da soberania dos EUA e independência nacional para um poderoso governo mundial único...
Guerras, conflitos, revoluções, terrorismo, caos, desordens, pânicos e medo, depressões econômicas, quebra da bolsa, colapso bancário têm de existir, ou se não forem encontrados, devem ser criados ou espalhados para estabelecer o Governo de Um Único Mundo com o seu próprio exército sob a liderança de um líder carismático.
A "mudança" prometida é afinal mais do mesmo, caminhando a passos largos para a criação da União da América do Norte e da moeda Amero. O Senador que mais luta contra este governo oculto é Ron Paul. Alguem já ouviu falar? É uma voz solitária a pregar no deserto. Não tem os apoios milionários das empresas que estão associadas ao CFR, nem a midia, logo é carta fora do baralho. Ele e muitos outros.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
A face oculta de Barack Hussein Obama - Parte IX

Mas será Obama assim tão ingenuo? Obviamente que não.
Uma coisa é o discurso empolgante e eloquente para cativar o povo e outra coisa é a realização prática das suas promessas. E o exemplo disto foram os 2 avisos dados já ao Irã: o primeiro aviso foi o de que não vai tolerar que o Irã continue desenvolvendo o seu programa nuclear; o segundo foi a reprovação publica do teste realizado com a mais nova arma Iraniana - o míssil Sekhil de "nova geração" terra-terra que tem a capacidade de atingir Israel.
Para lidar com questões internacionais, Obama chamou Zbigniew Brzezinski, que foi secretário de defesa no governo Jimmy Carter, teve participação no governo Ronald Reagan e no de Bush Senior.

Brzezinski é o que está á esquerda na foto. (adivinhem quem é o outro homem)
É de salientar tambem que a Al-Qaeda combatia as tropas da União Soviética no Afeganistão em 1979 com total suporte da CIA. A Al-Qaeda foi financiada, treinada e armada pela CIA.
Brzezinski admitiu que durante a administração Carter, provocou a União Soviética a invadir o Afeganistão (operação secreta da CIA). Assim aconteceu em Dezembro de 1979. O objectivo era enfraquecer o rival e o resultado foi uma ocupação de 10 anos que custou a vida a 1,3 milhões de Afegãos e gerou os Mujahedin, os Talibã e Osama bin Laden. Brzezinski suportou os grupos terroristas e eles são uma criação e idealização sua.
Segundo Brzezinski, é necessário que os EUA exerçam seu papel de liderança em uma nova ordem mundial, sem competidores, controlada apenas pelos interesses de bancos, empresas e da elite dominante. Para tal, deve-se ter em conta uma estratégia de guerra que vise garantir o domínio deste grande tabuleiro.
O centro da disputa, é a Eurásia, o território que vai do leste da Alemanha até o Pacífico, abraçando Russia, China, o Oriente Médio e o subcontinente indiano.
Brzezinski, juntamente com David Rockefeller criaram a organização Illuminati - Trilateral Commission em 1973. A Trilateral Commission é dedicada à ditadura de um governo mundial e tem estreita ligação com o "Council on Foreign Relations" ou CFR, e ao grupo Bilderberg. Obama é membro do CFR, embora não o confirme abertamente, sentindo até algum desconforto quando questionado a respeito.
Agora, alguns textos de autoria de Brzezinski:
“A última década do século XX testemunhou uma mudança radical nas relações internacionais. Pela primeira vez, um poder de fora da Eurásia emergiu não apenas como árbitro das relações de poder entre as repúblicas deste território, mas como o supremo poder mundial. O colapso da União Soviética foi o último passo para a ascensão do poder ocidental, os EUA como o único e verdadeiro poder global”
“Neste contexto, a gerência da Eurásia é crítica para a América. A Eurásia, maior continente do mundo, é também o de maior importância geopolítica. Um poder que domine a Eurásia passa ter controle sobre duas das três mais produtivas regiões do planeta. Uma simples olhada no mapa sugere que o controle da Eurásia subordina a África, o Hemisférios Ocidental”
“...entretanto, é imperativo que nenhuma força eurasiana apareça, capaz de exercer alguma dominação na região e desta forma desafiar os EUA. A formulação de uma abrangente e completa geoestratégia para a Eurásia é a proposta deste livro”
“O recuo do poder americano no mundo, a emergência de outra nação rival, pode produzir uma imensa instabilidade internacional, logo estimulando uma anarquia global”
“A postura da opinião pública americana em relação ao poderio externo dos EUA tem sido muitas vezes ambivalente. A população só apoiou o engajamento da América na segunda Guerra Mundial em função do choque causado pelo ataque a Pearl Harbour”
“Além disso, como a América se torna a cada dia uma sociedade mais multi-cultural, fica mais difícil de se achar um consenso sobre assuntos de política externa, a menos na circunstância de uma massiva e percebida ameaça externa”
Para a política de diálogo, paz e segurança apregoadas durante a campanha, Obama escolheu o homem certo...
(continua...)
terça-feira, 11 de novembro de 2008
A face oculta de Barack Hussein Obama - Parte VIII

"Se os bilhões de dólares gastos em segurança, campanhas militares e movimentos de tropas fossem em lugar disso aplicados em investimento e assistência aos países pobres, promoção da saúde, combate a diferentes doenças, educação e melhora da saúde física e mental, assistência às vítimas de desastres naturais, criação de oportunidades de emprego e produção, projetos de desenvolvimento e combate à pobreza, estabelecimento da paz, mediação entre países envolvidos em conflitos e extinção das chamas dos conflitos étnicos, raciais e de outras ordens que existem no mundo, onde poderíamos estar, hoje? Será que o seu governo e o seu povo não ficariam justificadamente orgulhosos? Será que a posição política e econômica de sua administração não se tornaria ainda mais forte? E, lamento dizer, será que continuaria a existir ódio crescente pelo governo norte-americano?"
Certamente todos votaríamos em alguem que fizesse uma campanha usando estas ideias. Exalta a paz, o investimento para o bem estar do ser humano, sugere a diplomacia para resolver conflitos, etc.. Fantástico! Que discurso elevado! Mas quem é ele? É um discurso feito por Obama durante a campanha eleitoral?
Não! É o texto de uma carta endereçada a George W. Bush pelo presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad! É caso para dizer... com a verdade me enganas...
A carta ficou sem resposta.
O conteudo da carta é muito bonito, mas vem de alguem que permite que no seu próprio País gays sejam torturados, mulheres apedrejadas,etc., e chega mesmo a afirmar que quer ver Israel riscada do mapa, entre tantas outras aberrações.
Quero dizer com isto que se a pessoa não tiver senso crítico, acreditar de primeira em tudo o que vê e ouve na grande mídia é facilmente ludibriado pelo espectáculo que se monta à volta dos assuntos. Por muito que se admire alguem, jamais se deve dar carta branca ou confiar cegamente numa pessoa, ainda mais se tratando de políticos!
Quero dizer com isto que discursos eloquentes, dizendo o que as pessoas querem ouvir fazem parte da retórica política. Se os eleitores só se basearem nisso para tomarem as suas decisões, então bem podemos todos fugir para Marte.
Obama teve e tem a grande mídia do seu lado que o ajuda a ocultar o seu passado ou algo que o possa comprometer e por isso muitos de vós nem sonhavam com o que divulguei aqui. Ele está tambem sob a proteção do estigma do preconceito e do racismo que o vai defendendo de quaisquer críticas. Ele sabe que não pode cumprir nem metade do que prometeu pois os EUA estão á beira não só de uma recessão...como de uma... depressão!
Depois de ler este tema, as pessoas assumiram, tanto em comentários no blog como em outros lugares, que Obama era o anti-Cristo. Mas isso é uma conclusão vossa, em nenhuma matéria está escrito que ele é o anti-Cristo. Há-de surgir um individuo sim, mas não será para já.
Num discurso feito em Berlim, Alemanha, Obama disse: "Este é o momento em que devemos renovar a meta de um mundo sem armas nucleares. As duas superpotências que olhavam uma para a outra através do muro desta cidade estiveram demasiado perto, por um tempo demasiado longo, de destruir tudo o que nós construímos e tudo o que amamos. Com o final daquele muro, nós não necessitamos ficar parados sem fazer nada, olhando para a proliferação da energia atômica mortal. (...) Este é o momento de começar a trabalhar em busca da paz de um mundo livre de armas nucleares."
Quem não quereria um mundo sem armas nucleares? Mas é possível isso? Sabemos que é uma ideia utopica porque toca na soberania dos Países. Perguntem ao presidente do Irã se pode mandar parar todo o projeto que estão desenvolvendo atualmente neste sentido? E Israel? Vai destruir o armamento nuclear que possui?
Este tipo de ideias só se colocaria se a humanidade estivesse num avançado nível de evolução espiritual, onde fosse reconhecido que somos todos um, onde não houvesse fanatismo religioso do tipo: "o meu Deus é melhor que o teu";"se está escrito no meu livro sagrado então é lei";"se o livro sagrado diz que posso matar em nome Dele, quem é você para O desautorizar??",etc..
A estas fantasias e sonhos atuais, logo respondeu a Russia com o posicionamento de misseis em local estratégico. A sua inexperiência em questões internacionais e a sua visão romântica do mundo deixarão os EUA á mercê de loucos que não hesitarão em colocar em prática o seu ódio.
(continua...)
A face oculta de Barack Hussein Obama - Parte VII

Obama estudou em Harvard, uma das mais conceituadas Universidades do mundo. Quem financiou seus os estudos foi Donald Warden, um americano que se converteu ao islamismo, passando a usar o nome Khalid Abdullah Tariq al-Mansour. Este homem foi um dos fundadores do grupo terrorista Panteras Negras.
A finalidade original dos PN era patrulhar guetos negros para proteger os residentes dos atos de brutalidade da polícia. Os Panteras tornaram-se eventualmente um grupo revolucionário marxista que defendia o armamento de todos os negros, a isenção dos negros no pagamento de impostos e de todas as sanções da chamada "América Branca", a libertação de todos os negros da cadeia, e o pagamento de compensação aos negros por séculos de exploração branca.
Sua ala mais radical defendia a luta armada. Em seu pico, nos anos de 1960, o número de membros dos Panteras Negras excedeu 2 mil e a organização coordenou sedes nas principais cidades.
Obama tambem foi companheiro de protestos do líder muçulmano Louis Farrakhan. Criticado por isso, lembrou que essa relação fazia parte do passado, porém, depois de eleito Senador, o democrata lutou pela liberação de 225 mil dólares em verbas federais para a igreja de seu amigo, outro radical, Michael Pfleger. Farrakhan, mesmo sendo muçulmano, prega oficialmente toda a semana nessa igreja. Pfleger é amigo comum de Obama e Farrakhan.
O empresário Tony Rezko, um dos doadores de campanha de Obama, foi condenado em 16 dos 20 casos de fraude pelos quais estava sendo julgado. O empresário alegava ser inocente em casos de fraudes de contratos estaduais. O veredito foi dado pela Corte Federal em Chicago. Quando eleito senador, Obama retribuiu os favores de Rezko convencendo pessoalmente alguns prefeitos a investirem mais de 10 milhões de dólares nos seus negócios imobiliários.
O jornal The New York Times reconheceu ser estranha a relação entre Obama e um homem chamado Ayers. Documentos, inclusive da Universidade de Illinois, em Chicago, comprovam definitivamente a forte ligação entre Obama e Ayers. Segundo esses documentos, “Obama deu os seus primeiros passos em sua formação política na sala de William Ayers”, ou seja, nas reuniões na casa do ex-terrorista.
Bill Ayers, já foi preso várias vezes nos EUA e uma delas por ter planejado explosões em vários prédios de Washington nos anos 60 com bombas cheias de pregos. Ayers planejou, sem sucesso, a explosão do Pentágono e da Casa Branca, mas outras explosões mataram inocentes, incluindo policiais.
Obama e Ayers se conheceram em 1995, em uma reunião de um grupo de admiradores de Ayers em sua própria casa. Trabalharam juntos para a fundação Woods Fund of Chicago de 1999 a 2002, onde se empenharam, em parceria, no levantamento de mais de 70 milhões de dólares em favor dessa instituição, que promove ideais de esquerda. Desde essa época, moram no mesmo prédio. Ayers até contribuiu para a campanha de Obama ao legislativo de Illinois em 2001.
(continua...)
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Cresce medo de ataques contra Barack Obama
Está crescendo o medo das autoridades americanas em relação a uma tentativa de assassinato do presidente eleito, Barack Obama. Segundo informou nesta segunda-feira o jornal britânico The Telegraph, o serviço secreto dos Estados Unidos já investigou mais de 500 ameaças contra o democrata durante toda a campanha presidencial.
No mês passado, neonazistas foram presos por conspirar contra Obama, que deve ter a segurança feita por centenas de agentes. Durante as últimas semanas, o governo americano também começou a testar secretamente um carro com uma blindagem especial, capaz de suportar bombas e ataques terroristas, diz o Telegraph.
Barack Obama começou a receber a segurança do serviço secreto em maio de 2007, muito antes da maioria dos candidatos à presidência costumavam receber. Seu codinome para os agentes é "renegade" (renegado, em inglês). Sua mulher, Michelle, está particularmente preocupada com novas ameaças. Obama está mais tranqüilo, segundo o jornal britânico.
(fonte)
Parece que a minha intuição estava certa. Obama está sob o espectro de JFK.
No mês passado, neonazistas foram presos por conspirar contra Obama, que deve ter a segurança feita por centenas de agentes. Durante as últimas semanas, o governo americano também começou a testar secretamente um carro com uma blindagem especial, capaz de suportar bombas e ataques terroristas, diz o Telegraph.
Barack Obama começou a receber a segurança do serviço secreto em maio de 2007, muito antes da maioria dos candidatos à presidência costumavam receber. Seu codinome para os agentes é "renegade" (renegado, em inglês). Sua mulher, Michelle, está particularmente preocupada com novas ameaças. Obama está mais tranqüilo, segundo o jornal britânico.
(fonte)
Parece que a minha intuição estava certa. Obama está sob o espectro de JFK.
domingo, 9 de novembro de 2008
A face oculta de Barack Hussein Obama - Parte V

O tema central do slogan da campanha foi "mudança".
Hum? Já sabiam?
Bom, mas eu estou a falar da campanha feita em 2006 no Quénia, no apoio ativo que Obama deu a Raila Odinga para as eleições presidenciais. Obama trocava emails a partir do seu escritório no
Senado aconselhando Odinga dos procedimentos para vencer a eleição. Doou $950.000 dólares para a sua candidatura. Obama, junto com o filho do ditador líbio, Kadhafi, foram os maiores contribuintes da campanha.

A violência ja tinha sido planeada antes das eleições e várias agências de noticias avançaram com essa informação, incluindo a Reuters.
Odinga foi o responsável pela morte de 1.500 pessoas da tribo Kikuyu, que não o apoiou nas eleições presidenciais, desalojou 500.000 pessoas de suas casas, destruiu 800 templos cristãos e mandou queimar vivas 50 pessoas em uma igreja em dezembro de 2007. A derrota de Odinga foi em 27 de dezembro de 2007. A carnificina no Quênia só acabou em abril desse ano, quando foi nomeado primeiro-ministro do país.
Ganhando apoio dos muçulmanos, prometeu favorecê-los assim que assumisse a presidência do país. Entre os líderes muçulmanos do país e o presidente houve comum acordo de que o “Islã é a única religião verdadeira”. Instalou a sharia - código de leis islâmicas - nas cortes jurídicas, baniu as pregações cristãs entre outros atos autoritários.
Esteve envolvido no atentado ao presidente Daniel Arap Moi, aliado dos Estados Unidos. A limpeza étnica promovida no início desse ano não foi o seu primeiro ato terrorista.
Agora comparem o que diz Obama no video anterior com este texto. Neste blog nada do que eu publico é escolhido ao acaso. Tudo tem sequência e está alicerçado em fatos reais. O repórter Jerome Corsi que estava ali investigando as atividades do candidato em prol do genocida Raila Odinga, foi expulso do território queniano.
Concluindo:
1) Obama sabia e aprovou uma estratégia para impôr a lei Islâmica no Quênia, usando a violência e as ameaças em conjunto com a campanha cujo slogan era "mudança". Esta "mudança" seria executada independentemente do resultado das eleições.
2) Usou dinheiro dos contribuintes norte-americanos e aviões militares sob o pretexto de uma "missão de informação" para tentar estabelecer uma ditadura Islâmica e um refugio para terroristas. (foi o acordo escrito entre Odinga e os lideres Islâmicos no país de forma a que estes lhe dessem o seu apoio na corrida á Presidência)
3) Grupos de jovens foram organizados para ameaçar os eleitores e promover a fraude nas eleições. (tal como noticiou a agência Reuters)
4) Obama interferiu no processo eleitoral de um País estrangeiro sem a permissão do Presidente dos EUA (na altura,Obama era Senador)
Sabendo de tudo isto e lendo o ponto 3, eu pergunto:porque ele quer formar uma "Civilian Security Force"? ou seja, uma Força de Segurança Civil?
Tradução:"Nós não podemos continuar a confiar nos nossos militares a fim de atingir os objectivos de segurança nacional que nós definimos. Temos que ter uma força de segurança civil nacional que seja tão poderosa, tão forte, tão bem financiada.(ou seja, semelhante ao exército)".
(continua...)
sábado, 8 de novembro de 2008
A face oculta de Barack Hussein Obama - Parte III

Voltando ao assunto Barry Soetoro...
Quem?? Barry quem?? Hum?
Calma, calma eu explico!
Obama (sim, vou chamar-lhe Obama se não ninguém se entende!) nasceu a 4 de Agosto de 1961 quando o casal visitava Mombaça, no Quénia. O nome “Hussein” foi dado por ter nascido durante as festas religiosas islâmicas.
É preciso ter azar! Tinha logo de nascer enquanto os seus pais visitavam o Quénia!
A juventude não tinha calma e nem sabia esperar já naquele tempo! E ainda se queixam da geração de hoje!
No regresso aos EUA, a mãe averbou junto das autoridades americanas no Hawaii um registro de nascimento em nome do filho Barack Hussein Obama, uma vez que não seria possível o averbamento de um certificado de nascimento, dado que a criança não tinha nascido nos EUA e não existiam dados que o permitissem fazer.
Ou seja, ficou um registro do nascimento dele mas nunca uma certidão, pois o dito cujo não nasceu nos EUA. Ninguém o mandou ser apressado. Entretanto os pais de Obama separaram-se. A sua mãe voltou a casar com um cidadão Indonésio chamado Lolo Soetoro e foram viver... para a Indonésia.
Obama ficou no Hawaii com a avó materna e algum tempo depois, por volta dos 6 anos de idade, juntou-se à nova família na Indonésia, onde frequentou o ensino público e foi legalmente adoptado por Lolo Soetoro. Para frequentar a escola pública na Indonésia era necessária a nacionalidade indonésia...
Estão acompanhando? Ok...
Posso continuar?
Ann Durham, a mãe de Obama e os filhos ― já existiam filhos de Lolo ― voltaram aos Estados Unidos depois da sua separação de Lolo Soetoro. Sim, voltou a separar-se!
Obama frequentou o ensino público americano no Hawaii com o nome de “Barry Soetoro”, um cidadão reconhecido como tal pela República Islâmica da Indonésia, numa época em que não existia a dupla nacionalidade entre a Indonésia e os Estados Unidos!
Opsssss... mas que grande barracada! Tambem inventam com cada uma nessa Constituição!
Para alguém ser presidente do país é preciso que tenha nascido em solo americano.
Bom... e agora? O melhor é alterar a Constituição depressa para acomodar a frau..., ehrrrr quer dizer, o caso de Obama. O quê? Já está na agenda política do Partido Democrata? Fantástico!! O pessoal não brinca em serviço!
Philip Berg, lembram-se dele? O que levantou um processo cível contra Barack Hussein Obama para que este apresentasse, num tribunal de primeira instância, a certidão de nascimento original? Pois... Obama recusou-se a dar esse tal certificado. O que pode mostrar é aquilo que realmente tem, ou seja, o tal averbamento do nascimento feito pela mãe no Hawaii que não prova o seu nascimento em solo americano. E quem dá o que tem a mais não é obrigado!
O advogado Philip Berg recorreu para o Supremo Tribunal dos Estados Unidos que intimou agora, já depois das eleições, Barack Hussein Obama a apresentar o bendito certificado de nascimento até 1 de Dezembro de 2008.
Acho que podemos esperar sentados..
(continua...)
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Barack Hussein Obama - a sua vida em risco

Antes de continuar com o tema "A face oculta de Barack Hussein Obama" tenho de deixar aqui uma nota. No discurso de vitória, tive várias sensações em simultâneo e uma delas foi a intuição deste homem estar sob o espectro de um antigo presidente dos EUA - JF Kennedy. Sinto que há o real risco de acontecer uma tentativa de assassinato. O dia 22 de cada mês deve ser tomado como de alto risco, especialmente neste mês de Novembro.
Mas porquê o dia 22? Foi o dia em que assassinaram JFK, em 22/11/1963.
Sabemos que esta gente é fanática por simbologia, por numeros. O 11 tem muito significado (11 de Setembro), assim como o 22 e o 33. Para cumprir rituais, os sacrifícios são feitos em datas específicas e que não estão sujeitas ao acaso.

O que está exposto acima foi a minha intuição. Depois disso, fui em busca de informações e sei agora que em 2007, foi o candidato presidencial mais protegido da história dos EUA, quando esteve sob apertada vigilância dos Serviços Secretos. Dois planos de assassinato foram abortados. Existem várias ameaças vindas de grupos radicais que lhe têm um ódio, literalmente de morte, dentro e fora dos EUA.
Para além destes perigos, existe um outro ainda mais poderoso - os Illuminati. Assista ao seguinte video e tire as suas próprias conclusões:
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Israel alerta Obama para perigos do diálogo com Irã
Israel disse na quinta-feira que a disposição do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, para dialogar com o Irã pode ser vista pelo Oriente Médio como um sinal de fraqueza.
"Vivemos em uma região na qual, às vezes, o diálogo - em uma situação em que você já aplicou sanções e depois muda para o diálogo - pode ser interpretado como sinal de fraqueza", disse a ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, quando questionada por uma rádio sobre a mudança de política em relação ao Irã no governo de Obama.
Livni foi a primeira pessoa importante do governo israelense a fazer comentários dissonantes sobre Obama desde a vitória do democrata nas eleições norte-americanas, na terça-feira.
Questionada se apóia ao diálogo entre Estados Unidos e Irã, Livni afirmou: "a resposta é não".
Livni, que lidera o partido centrista Kadima para as eleições parlamentares de 10 de fevereiro, também disse que "o cerne da questão" é que os Estados Unidos, sob o comando de Obama, "também não estão dispostos a aceitar um Irã nuclear".
Obama disse que endurecer as sanções aplicadas ao Irã, mas não descartou a possibilidade de dialogar diretamente com os adversários dos Estados Unidos para resolver impasses como as ambições nucleares iranianas.
O Ocidente acredita que o programa de enriquecimento de urânio no Irã tem objetivo de desenvolver bombas atômicas, acusação que Teerã nega.
Israel, provavelmente o único país a ter um arsenal atômico no Oriente Médio, disse que o programa nuclear iraniano é uma ameaça à sua existência e que considera todas as opções (inclusive a força) para conter o rival.
fonte: agência Reuters
"Vivemos em uma região na qual, às vezes, o diálogo - em uma situação em que você já aplicou sanções e depois muda para o diálogo - pode ser interpretado como sinal de fraqueza", disse a ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, quando questionada por uma rádio sobre a mudança de política em relação ao Irã no governo de Obama.
Livni foi a primeira pessoa importante do governo israelense a fazer comentários dissonantes sobre Obama desde a vitória do democrata nas eleições norte-americanas, na terça-feira.
Questionada se apóia ao diálogo entre Estados Unidos e Irã, Livni afirmou: "a resposta é não".
Livni, que lidera o partido centrista Kadima para as eleições parlamentares de 10 de fevereiro, também disse que "o cerne da questão" é que os Estados Unidos, sob o comando de Obama, "também não estão dispostos a aceitar um Irã nuclear".
Obama disse que endurecer as sanções aplicadas ao Irã, mas não descartou a possibilidade de dialogar diretamente com os adversários dos Estados Unidos para resolver impasses como as ambições nucleares iranianas.
O Ocidente acredita que o programa de enriquecimento de urânio no Irã tem objetivo de desenvolver bombas atômicas, acusação que Teerã nega.
Israel, provavelmente o único país a ter um arsenal atômico no Oriente Médio, disse que o programa nuclear iraniano é uma ameaça à sua existência e que considera todas as opções (inclusive a força) para conter o rival.
fonte: agência Reuters
A face oculta de Barack Hussein Obama - Parte II

O juiz federal Richard Barclay Surrick rejeitou o pedido do advogado democrata Philip Berg para que intimasse Barack Hussein Obama a apresentar sua certidão de nascimento original.
Então mas porquê? Será que tem um mapa do tesouro lá desenhado?
A sentença baseou-se em dois argumentos: pela lei americana, nada autoriza o simples eleitor a questionar a elegibilidade de um candidato presidencial; Berg peticionou como simples eleitor, não como vítima, já que não comprovou qualquer dano pessoal sofrido em razão da candidatura Obama. A Constituição americana determina que só cidadãos americanos natos têm o direito de concorrer à Presidência, mas esse permanece um direito sem garantia nenhuma: por incrível que pareça, não há nenhuma instituição incumbida de exigir prova de nacionalidade dos candidatos.
Epáaaaaa, isso quer dizer então que eu também me posso candidatar á Presidência? Ainda posso ter esperanças? E marcianos? Também se podem candidatar? E muçulmanos? Fantástico! Realmente é o caso prático do sonho Americano de que tanto falam!
Se ao simples eleitor é também negado esse direito, aquele artigo da Constituição está virtualmente revogado. Berg anunciou que vai recorrer à Suprema Corte: “O que está em questão é saber quem tem legitimidade para impor a obediência à Constituição. Se eu não tenho, se você não tem, se o seu vizinho não tem legitimidade para questionar a elegibilidade de um indivíduo à Presidência dos EUA, então quem tem?”
Não faço ideia! Se é negado o direito... tentem com o esquerdo!
Enquanto isso, todos os canais possíveis para se averiguar a nacionalidade de Obama estão meticulosamente bloqueados. A governadora do Hawaii, Linda Lingle, colocou a certidão de nascimento dele sob guarda, para que ninguém tivesse acesso ao documento sem autorização do próprio Obama ou de seus familiares.
Bom, deve mesmo lá estar desenhado algum mapa do tesouro. Ou então algum projeto ultra secreto que fale de como impôr a Nova Ordem Mundial a começar já em Janeiro, através da vertente econômica.
Obama pessoalmente proibiu que todas as entidades detentoras de seus documentos os divulgassem sob qualquer maneira que fosse. Não há nada como a transparência! A sua vida é um livro aberto quando não está fechado. Qualquer cidadão pode comprovar que Obama é quem diz que é sem nenhuma dificuldade.Nem poderia ser de outra forma!
(continua...)
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
A face oculta de Barack Hussein Obama - Parte I

O texto seguinte é polémico e delicado. Por isso, usarei de ironia e humor para tratar de um assunto que se for levado a extremos poderia até provocar uma guerra civil. Mas porquê? - perguntam vocês.
Eu diria que entrámos num periodo negro da nossa história. Ops... negro não se pode dizer, senão vão chamar-me de racista que é o argumento que sempre é utilizado quando alguem critica Hussein. Quem??? Hussein?? Mas esse não tinha sido enforcado? Ahhh... há outro? Bom...adiante.
Barack Hussein Obama nasceu no Hawaii... não, desculpem, nasceu no Quénia. Os familiares dele, ou seja, a avó paterna, o meio-irmão e a meia-irmã dizem que ele nasceu lá. A avó acrescenta ainda que esteve presente no dia do seu nascimento... no Quénia. Mau... mas então agora não sabem onde fica o Quénia? Será que estão falando de outro Obama? Será que existe um estado ou cidade com esse nome nos EUA? Procurei no Mapa Mundi com uma lupa profissional mas não achei nada. A unica coisa que achei foi um cupim se passeando no Oceano Atlântico. Mas tambem... o mapa já era velho mesmo...
Olha... 2 hospitais dizem que o Obama nasceu lá. Isto está cada vez mais estranho. Terá ele o dom da ubiquidade? Ou terá um irmão gemeo? Mas quem é que diz que ele nasceu em 2 hospitais simultâneamente?? Quem é que entrou na justiça com uma ação por falsidade ideológica e falsificação da certidão de nascimento?? Philip Berg, advogado democrata.
Mas o que interessa se ele nasceu nos EUA ou não? A Constituição diz que só um individuo nascido no País pode ser eleito. Seria o mesmo que o atual Governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, fosse eleito para a Presidência da Républica tendo nascido na Áustria.
É que se for assim eu tambem quero concorrer às Presidenciais. Onde é que eu assino?
Não seria melhor mostrar logo a bendita certidão e encerrar logo esse assunto?
O site do advogado democrata Philip Berg já teve milhões de visitas, mas o processo que ele move contra Barack Obama continua rigorosamente ausente da mídia. Porquê? Será que essas estações de TV não têm Internet? Como se costuma dizer:"Em casa de ferreiro, espeto de pau".
A alegação do advogado é a de que Obama não provou ser legalmente cidadão americano e que, para piorar, o candidato democrata divulgou pela internet uma certidão de nascimento falsa.
Em 15 de setembro Berg enviou intimações ao réu, ao registro civil e ao hospital do Havaí onde Obama alega ter nascido (qual deles?), solicitando que apresentassem a certidão original impressa. Não recebeu nada até agora. Obama tinha prazo até o dia 24 de Outubro para responder. Em vez de mostrar a certidão, liquidando com o processo no ato, ele entrou com um pedido de dispensa (motion for dismissal), alegando que Berg não oferecera provas suficientes para justificar a abertura do processo e ademais não tinha legitimidade como queixoso, por não ter sofrido dano pessoal no caso.
Ora que importância tem de se atropelar a Constituição, elegendo um homem que aparentemente nasceu em 2 hospitais em simultâneo no Quénia, no Hawaii e se procurarem mais um pouco ainda descobrem que é extraterrestre.
Respondendo à moção no dia 29, Berg afirmou que como militante e contribuinte democrata ele sofre prejuízo, sim, de uma candidatura falsa que ameaça desmoralizar o seu partido caso se confirme, depois das eleições, que a certidão original de Obama não existe mesmo.
Berg insiste que, se o tribunal não julgar o caso antes do dia da votação (tarde demais), e Obama vier a ser eleito (já foi), os EUA estarão sujeitos à maior crise constitucional da sua história, com a presidência ocupada por um estrangeiro sem qualificação legal para o cargo.(lá estão vocês de novo! Seus racistas!)
Apresentando uma "motion for dismissal" em vez da certidão, os advogados de Obama deram a entender que o documento realmente não existe. A mim, se me pedirem a certidão de nascimento, não terei quaisquer problemas em mostrá-la. Quem não deve não teme. Mas tambem só tenho uma certidão. Não sei se isso é bom ou mau. Nos tempos que correm e até em termos de Curriculum, o melhor mesmo é ter mais que uma certidão. É isso e falar mais que uma lingua - o Queniano, por exemplo.
Se Obama for preso e afastado da Presidência por não cumprir um quesito fundamental e ter falsificado documentos, teremos os seus apoiantes gritando que se trata de um golpe infâme e racista para afastá-lo da Presidência. Do outro lado, os que querem que a Constituição seja respeitada e não atropelada. Já imaginaram o que poderia acontecer? Uma guerra civil, com o País dividido ao meio? O caos social?
Bom... o melhor é deixar como está. Nas eleições de 2000 foi o que se viu com a rábula da contagem dos votos sendo decididas por juízes afetos ao pai Bush, portanto mais uma, menos uma trapalhada não vai fazer mal a ninguem.
(continua...)
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