
O físico Pierre Kaufmann é especialista no assunto e foi contratado pelo escritório de ciência da Força Aérea dos Estados Unidos para estudar a previsibilidade das ejeções de CME após o projeto da universidade ser aprovado em uma seleção internacional. As erupções se manifestam por meio da grande aceleração das partículas de elétrons que são lançadas ao espaço.
Para Kaufmann, o risco dos astronautas e equipamentos espaciais serem atingidos é "extremamente sério". "Algumas missões são até mesmo abortadas e os astronautas têm que retornar imediatamente à Terra", explicou. Este risco, conforme o coordenador, causa polêmica quando a comunidade científica internacional fala em uma viagem tripulada de longo prazo até Marte. "Ainda não temos como prever se as erupções ocorrerão antes ou depois da chegada dos astronautas", avaliou.
Os tsunamis solares também causam um forte impacto na Terra e podem perturbar o planeta de diversas maneiras, danificando permanentemente a eletrônica de satélites artificiais, atingindo a ionosfera (camada da alta atmosfera) e, por consequência, afetando as telecomunicações e a coleta de dados dos satélites, incapacitando GPSs de geolocalização, desligando parte das vias de transmissão de energia elétrica, prejudicando a produção de cargas eletroestáticas nos dutos de gás e óleo e avariando até mesmo os nossos pequenos aparelhos celulares.
No entanto, os efeitos não são sentidos apenas pela tecnologia. De acordo com Pierre Kaufmann, a energia liberada pelo Sol pode ainda provocar um impacto de longo prazo no regime climático da superfície terrestre. "Em períodos de alta atividade solar, notamos que existem menos nuvens no céu e um processo contrário nas fases de menor atividade", constatou.
As explosões solares - detonações relativamente rápidas geradas nas manchas presentes no disco solar - que, segundo destacou Kaufmann, é um processo físico diferente das erupções, são mais potentes do que mais de 10 milhões de bombas atômicas juntas.
Sem saída
As expectativas não são nada positivas para os seres humanos em relação ao que pode ser feito para evitar os prejuízos na Terra. "Nada pode ser feito em curto prazo. Estamos condenados a esta exposição às energias liberadas pelo Sol" afirmou Pierre Kaufmann. Para ele, "ainda estamos longe de prever com exatidão a ocorrência dos tsunamis". A saída, conforme o professor, é tentar prevenir os efeitos de alguma maneira que ainda não foi encontrada.
(fonte)
Lembrando as profecias maias...
3ª PROFECIA: Segundo os Maias uma onda de calor cairá sobre o planeta, trazendo mudanças climáticas, geológicas e sociais, numa escala e velocidade sem precedentes.Factores internos e externos concorrerão para tal fato. O Homem no seu processo destrutivo causará maior retenção do calor na Terra. O aumento de actividade solar provocará maior irradiação, aumentando ainda mais a temperatura.
4ª PROFECIA: Com o aumento da temperatura os Maias previram um grande degelo nas calotas polares. Um aumento das actividades do sol implicará em mais ventos solares.Os Maias utilizaram-se do ciclo de 584 dias de Vênus para fazer seus cálculos solares. Diziam em seu Codex Desdren que a cada 117 giro de Vênus (187,2 anos ou 68.328 KINES) o Sol apresentava mudanças, enormes manchas e aumento dos ventos solares.
(as 7 profecias Maias)
Atualização:
Animação da Nasa mostra como uma ejeção de massa da camada externa do Sol afeta o campo magnético da Terra.

