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domingo, 19 de abril de 2009

Erupções solares põem em risco astronautas e a Terra - Atualização



O físico Pierre Kaufmann é especialista no assunto e foi contratado pelo escritório de ciência da Força Aérea dos Estados Unidos para estudar a previsibilidade das ejeções de CME após o projeto da universidade ser aprovado em uma seleção internacional. As erupções se manifestam por meio da grande aceleração das partículas de elétrons que são lançadas ao espaço.

Para Kaufmann, o risco dos astronautas e equipamentos espaciais serem atingidos é "extremamente sério". "Algumas missões são até mesmo abortadas e os astronautas têm que retornar imediatamente à Terra", explicou. Este risco, conforme o coordenador, causa polêmica quando a comunidade científica internacional fala em uma viagem tripulada de longo prazo até Marte. "Ainda não temos como prever se as erupções ocorrerão antes ou depois da chegada dos astronautas", avaliou.

Os tsunamis solares também causam um forte impacto na Terra e podem perturbar o planeta de diversas maneiras, danificando permanentemente a eletrônica de satélites artificiais, atingindo a ionosfera (camada da alta atmosfera) e, por consequência, afetando as telecomunicações e a coleta de dados dos satélites, incapacitando GPSs de geolocalização, desligando parte das vias de transmissão de energia elétrica, prejudicando a produção de cargas eletroestáticas nos dutos de gás e óleo e avariando até mesmo os nossos pequenos aparelhos celulares.

No entanto, os efeitos não são sentidos apenas pela tecnologia. De acordo com Pierre Kaufmann, a energia liberada pelo Sol pode ainda provocar um impacto de longo prazo no regime climático da superfície terrestre. "Em períodos de alta atividade solar, notamos que existem menos nuvens no céu e um processo contrário nas fases de menor atividade", constatou.

As explosões solares - detonações relativamente rápidas geradas nas manchas presentes no disco solar - que, segundo destacou Kaufmann, é um processo físico diferente das erupções, são mais potentes do que mais de 10 milhões de bombas atômicas juntas.

Sem saída
As expectativas não são nada positivas para os seres humanos em relação ao que pode ser feito para evitar os prejuízos na Terra. "Nada pode ser feito em curto prazo. Estamos condenados a esta exposição às energias liberadas pelo Sol" afirmou Pierre Kaufmann. Para ele, "ainda estamos longe de prever com exatidão a ocorrência dos tsunamis". A saída, conforme o professor, é tentar prevenir os efeitos de alguma maneira que ainda não foi encontrada.

(fonte)

Lembrando as profecias maias...

3ª PROFECIA: Segundo os Maias uma onda de calor cairá sobre o planeta, trazendo mudanças climáticas, geológicas e sociais, numa escala e velocidade sem precedentes.Factores internos e externos concorrerão para tal fato. O Homem no seu processo destrutivo causará maior retenção do calor na Terra. O aumento de actividade solar provocará maior irradiação, aumentando ainda mais a temperatura.

4ª PROFECIA: Com o aumento da temperatura os Maias previram um grande degelo nas calotas polares. Um aumento das actividades do sol implicará em mais ventos solares.Os Maias utilizaram-se do ciclo de 584 dias de Vênus para fazer seus cálculos solares. Diziam em seu Codex Desdren que a cada 117 giro de Vênus (187,2 anos ou 68.328 KINES) o Sol apresentava mudanças, enormes manchas e aumento dos ventos solares.

(as 7 profecias Maias)


Atualização:


Animação da Nasa mostra como uma ejeção de massa da camada externa do Sol afeta o campo magnético da Terra.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Filme - 2012



Direção: Roland Emmerich
Estreia: 13 de Novembro de 2009
Site Oficial:
www.whowillsurvive2012.com

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Dr. Paul LaViollete e as Profecias Maias




Os Maias acreditavam que Deus (Hunabku) vivia no centro da galáxia, de onde emitia ordens que nos eram transmitidas através dos raios solares.

Dr. Paul LaViollete é um físico formado pela Universidade Johns Hopkins, e PhD pela Portland State University. Em seu ultimo livro “Earth Under Fire” ele publicou os resultados de mais de 15 anos de pesquisas sobre a influencia de raios cósmicos no sistema solar. Ele defende que altas descargas de raios cósmicos, originados de uma fonte muito distante da galáxia, tem atingido o sistema solar, e assim o planeta Terra.

Usou uma técnica chamada “Neutron Ativation” na qual bombardeava as amostras de gelo, permitindo medir o nível de raios gamas. Baseado nesse trabalho ele previu a entrada de poeira intraestelar dentro do Sistema Solar, 10 anos antes de sua confirmação em 1996, através de dados extraídos da sonda Ulysses.

Explosões de raios cósmicos provindos do centro da galáxia são os mais enérgicos fenômenos que vem ocorrendo no Universo através dos tempos. São emitidos por raios carregados de elétrons, acompanhados por radiações eletromagnéticas, variando na forma de radio freqüência e em caso mais violentos, em freqüências de raios X e gamas. E esses raios atingem o sistema solar, especificamente a atmosfera de nosso planeta, causando grandes distúrbios.

Através da analise de dados astronômicos e geológicos, revelam que raios de elétrons e radiações magnéticas vindos de uma “irrupção” do centro da galáxia, atingiu o sistema solar no fim da ultima era do gelo (entre 12.000 a 15.000 anos atrás).

Esses raios cósmicos, atingiram diretamente nosso Sol, gerando violentas tempestades solares, afetando o clima da Terra, criando gigantes distúrbios no planeta, desencadeando a pior extinção em massa jamais vista no período Terciário. Os efeitos do sol no planeta foram causados pela massiva quantidade de poeira cósmica que entraram no sistema solar através da energia provinda do centro da galáxia.

Observações astronômicas tem mostrado que atualmente o sistema solar está emergido em densas nuvens de poeira cósmicas. Mas esse material tem se mantido estável devido á pressão externa dos ventos solares. Com a descargas desses raios cósmicos (galactic superwaves), eles alteraram os ventos solares, intensificando sua forca, aumentando de forma dramática as radiações solares sobre a Terra. Detalhes desse cenário podem ser encontrados no livro do Dr. Laviollete “Earth Under Fire” que foi base para sua tese para o Ph.D.

Dr. Laviollete sugere que essa poeira cósmica causou um enorme aumento das atividades Solares, causando o aquecimento da atmosfera terrestre e o cambio dos pólos magnéticos causando a extinção de 90% das espécies no planeta.

Esses raios cósmicos, provindo do centro da galáxia (galactic superwaves) é um fenômeno recentemente descoberto. Foi nos anos 80 que os astrônomos descobriram que a enorme fonte de energia, que se situa no centro da galáxia, periodicamente torna-se ativa. Durante esse período ativo, o centro da galáxia libera toda essa energia, em uma intensidade igual á explosão de mais de 100 mil supernovas juntas. Em algumas galáxias essas explosões têm sido observadas e algumas dessas explosões chegaram ao equivalente á explosão de bilhões de supernovas juntas, ou seja, estamos falando de uma intensidade inimaginável.

Recentemente astrônomos acreditavam que essas explosões de energia, não eram freqüentes, podendo ocorrer em intervalos de 10 a 100 milhões de anos. Eles também acreditavam que o campo magnético localizado no núcleo da Galáxia, bloqueariam parte dessa energia liberada, fazendo com que chegassem a Terra lentamente e sem perigo. Entretanto Dr. Laviollete em 1983 apresentou para a comunidade cientifica fortes evidencias:

- As explosões originadas do centro da galáxia, ocorrem num intervalo entre 13 mil e 26 mil anos.
- Os raios cósmicos (galactic superwaves) derivados da explosão do núcleo, não sofrem qualquer interferência ou barreiras, atingindo o sistema solar com forca total.

Essas descobertas geraram preocupação sobre os efeitos que a explosão do núcleo da galáxia poderia causar, liberando quantidades gigantescas desses raios cósmicos e atingindo nosso planeta sem aviso algum. Dados obtidos através de amostras de gelo dos árticos, revelam a ocorrência desse fenômeno entre 10.000 e 15.000 anos atrás.

Parte das pesquisas do Dr. Paul Laviollete, se direcionaram na investigações de textos deixados pelas antigas civilizações, como as civilizações mesoamericanas, egípcias e outras ao redor do mundo. E é inacreditável como textos antigos comprovam, validam ainda mais os achados científicos. Ele afirma que através da cosmologia Maia e Egípcia sinais foram deixados para advertir sobre um especifico evento cósmico.

E que as Constelações do Zodíaco foi um instrumento deixado por uma antiga civilização, com o intuito de indicar nos céus, o núcleo da Galáxia, através da constelação de sagitário. Se tal evento, ocorresse nos dias de hoje poderíamos ver seus sinais. Dr. Laviollete diz que o centro da galáxia se tornaria luminoso, talvez mais luminoso do que a estrela mais brilhante nos céus, como o planeta Venus. Teria um brilho azulado com formato de um olho. Curiosamente, nas profecias dos Índios americanos Hopi, consta que a próxima destruição do mundo será comandada por “Saquasohuh”, o espírito da estrela azul.

Dr. Laviolette declara: “Hoje, amanha, ano que vem, nosso planeta pode ser mais uma vez atingido por essa massiva quantidade de energia (galactic superwave) vinda do centro da galáxia. Esses raios virão encobertos e escondido de nos, não saberemos ate que nos atinja. Na verdade vivemos na beira de um “Vulcão Galáctico”. Não sabemos quando, a magnitude, severidade ou quais os impactos em nosso ambiente na próxima explosão. Nos não estamos preparados para lidar com esse tipo de evento, muito menos evitá-lo.

(fonte)

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

As 7 Profecias Maias


Aqui segue um resumo das 7 Profecias Maias:

1ª PROFECIA : Esta profecia fala do medo e do ódio. Diz que esse período se encerrará em um sábado, 22 de Dezembro de 2012. Nesse dia a humanidade fará sua escolha de desaparecer como espécie dominante pensante que ameaça a destruir o planeta ou evoluir e integrar-se com o universo, entendendo que todo o universo é vivo e consciente. Nos fala que a partir de 1999 teremos 13 anos para adquirirmos a consciência de que podemos viver em integração com tudo e todos num período de luz.

2ª PROFECIA: Os Maias afirmam nessa profecia que o comportamento da Humanidade mudaria radicalmente a partir do eclipse de 11 de Agosto de 1999. Afirmam ainda que a partir dessa data o homem daria vazão às suas emoções, causando inúmeras guerras e conflitos ou optaria por caminhos pacíficos, de paz. Vivemos um período de iminente mudança.

3ª PROFECIA: Segundo os Maias uma onda de calor cairá sobre o planeta, trazendo mudanças climáticas, geológicas e sociais, numa escala e velocidade sem precedentes.Factores internos e externos concorrerão para tal fato. O Homem no seu processo destrutivo causará maior retenção do calor na Terra. O aumento de actividade solar provocará maior irradiação, aumentando ainda mais a temperatura.

4ª PROFECIA: Com o aumento da temperatura os Maias previram um grande degelo nas calotas polares. Um aumento das actividades do sol implicará em mais ventos solares.Os Maias utilizaram-se do ciclo de 584 dias de Vênus para fazer seus cálculos solares. Diziam em seu Codex Desdren que a cada 117 giro de Vênus (187,2 anos ou 68.328 KINES) o Sol apresentava mudanças, enormes manchas e aumento dos ventos solares.

5ª PROFECIA: A quinta profecia diz que todos os sistemas baseados no medo deixarão de existir para dar lugar a novos sistemas baseados na harmonia.O ser humano depreda tudo que existe por se achar único no Universo.Haverá um colapso generalizado de nossos sistemas. Isso nos obrigará a repensar nossa organização e nossos atos, levando ao entendimento da criação.A integração do mercado mundial e a base de economias especulativas, que trocaram riquezas reais como produção de automóveis, aço, trigo por papeis, é por demais frágil e susceptível a abruptas variações as quais levam continentes e, por vezes, o mundo a uma crise econômica.

6ª PROFECIA: A sexta profecia fala-nos de um cometa que se aproximará da Terra e colocará em risco a própria existência da Humanidade. Os Maias viam os cometas como um agente que anunciava mudanças, alterando a estrutura existente.

7ª PROFECIA: Falam-nos da saída de nosso planeta da noite galáctica para o amanhecer galáctico. Os últimos 13 anos de nosso actual período, de 1999 até 2012, serão abastecidos com a luz emitida pelo centro da galáxia, permitindo um período de reflexão e integração ao homem.

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